Cientistas criam células-tronco embrionárias sem destruir o embrião
11 janeiro, 2008 - 07:14h Délcio Rocha
Em um avanço que poderia pôr fim ao debate ético sobre o uso de embriões humanos na pesquisa médica, cientistas desenvolveram uma maneira de criar células-tronco embrionárias humanas sem causar danos ao embrião.
Isso foi possível a partir da extração de apenas uma célula do embrião seguindo o procedimento utilizado nas clínicas de fertilização in vitro para a realização de testes de detecção de falhas genéticas.
Uma vez extraída a célula, inseriram uma simples molécula, denominada laminina, de maneira que esta preservasse a pluripotência que caracteriza as células-tronco embrionárias.
O desenvolvimento do embrião não foi afetado pelo procedimento e pôde se desenvolver normalmente, segundo o estudo divulgado pela revista americana "Cell Stem Cell".
A nova técnica promete, assim, acelerar as possíveis aplicações clínicas de terapias com células-tronco para uma ampla variedade de doenças.
Estas células pluripotentes têm a capacidade de se converter em qualquer tecido do organismo e oferecem, por isso, a esperança de cura para várias doenças atualmente incuráveis, além da possibilidade de reparar órgãos destruídos por um câncer ou um acidente.
Este novo procedimento pode dar fim ao debate sobre a questão moral da utilização de embriões humanos para a pesquisa médica. A polêmica gerada em torno destas pesquisas reside no fato de que, com as técnicas atuais, os embriões são destruídos no processo de extração de células-tronco.
Duas equipes de cientistas superaram recentemente este problema ao conseguirem transformar células de pele humanas em células-tronco.
As células de pele devem se tornar na fonte mais comum de células-tronco, afirmou o pesquisador australiano Alan Trounson, que lidera o maior projeto mundial de pesquisa de células-tronco, no Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia.
As células da pele, contudo, ainda não estão prontas para um uso clínico porque o processo de transformação introduz alterações genéticas e vírus potencialmente mortíferos.
Isso significa que as células-tronco embrionárias, que não possuem o mesmo risco de mutação, são atualmente a única opção para aplicações terapêuticas, afirmou Trounson.
"Também vai haver muita gente interessada nas células-tronco embrionárias porque são de qualidade de ouro", disse à AFP, explicando que as células-tronco derivadas da pele ainda não foram completamente estudadas.
O cientista pioneiro em células-tronco, Robert Lanza, conta que a nova técnica que ajudou a desenvolver para preservar o embrião, incentivará as autoridades americanas a liberarem fundos para investigar novas linhas de células-tronco embrionárias.
O presidente americano George W. Bush proibiu em 2001, em nome da proteção da vida desde a concepção, o uso de verbas federais em pesquisas com novas séries de células-tronco embrionárias humanas.
Em outros países a pesquisa com células-tronco foi proibida por preocupações éticas.
"Nos próximos meses, poderíamos fazer tantas células destas quanto quiséssemos", disse Lanza, pesquisador da Advanced Cell Technology.
"Elas são utilizáveis (as células-tronco derivadas da pele). Não estão geneticamente modificadas. Estão aqui", destacou.
Um dos principais opositores à pesquisa com células-tronco, no entanto, estimou que o método de Lanza - "apesar de moralmente plausível" - "ainda não traz uma solução ética".
"Qualquer procedimento que ponha em risco a saúde e a vida de um embrião humano para propósitos que não beneficiem diretamente ao embrião é moralmente inaceitável", opinou o pastor Tadeusz Pacholczyk, diretor da educação do National Catholic Bioethics Center.
Fonte: Globo Online
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16 Comentários Adicione o seu
1. laryssa borges | 26 fevereiro, 2008 - 19:31h
achei muito bom o trabalho de voceis
amei muito de coração
2. Zulma F Peixinho | 19 março, 2008 - 00:12h
Será que os cientistas esqueceram (ou não sabem) que qualquer célula nucleada, seja ela de embrião, de feto ou de indivíduo adulto, expressa aloantígenos HLA em sua superfície, e que, quando não é própria do paciente, será rejeitada (eliminada) pelo seu sistema imunológico?
A Imunologia é que dita a regra da terapia com células, tecidos e órgãos.
3. Dra. Zulma Peixinho | 2 abril, 2008 - 16:41h
No embate sobre o uso ou não de embriões humanos para pesquisa, é fundamental compreender que a rejeição de aloenxerto (transplante entre humanos) é causada por diferenças entre o RG biológico (HLA) do doador e do receptor. Os genes HLA que codificam para as moléculas na superfície das células são transmitidos por herança Mendeliana simples, ou seja, metade do material genético nós herdamos do pai e a outra metade, da mãe. Dentro de uma mesma família, existe então a probabilidade de 25% de dois irmãos serem HLA idênticos, isto é, de compartilharem o material genético recebido do pai e da mãe, tornando possível a seleção de um irmão para doar medula óssea (células-tronco adultas) para transplante. Entre indivíduos não aparentados, contudo, esta probabilidade varia, de acordo com a literatura científica, de 1:250.000 a 1:1.000.000.
A mesma regra imunológica deveria ser aplicada para terapia com células-tronco EMBRIONÁRIAS, o que inviabiliza seu uso para tratamento.
Já nos casos de transplante de órgãos sólidos (ex: coração, rim), as drogas immunossupressoras atuais são capazes de controlar a agressividade do sistema imunológico do receptor contra o enxerto, permitindo que o requisito de compatibilidade HLA entre doador e receptor seja bem mais flexível.
Devemos apoiar as pesquisas com células-tronco ADULTAS!
4. VALDIR TIMÓTEO | 5 abril, 2008 - 00:29h
prezada Dra. Zulma Peixinho quanto a barreira imunológica intransponível,a senhora pode até ter razão..MAIS PARA DE COPIAR E COLAR O MESMO TEXTO EM TODOS OS FÓRUM A SENHORA SABIA QUE HOJE AS COISAS SÃO DIFERENTES DE 35 ANOS ATRÁS.
Mas o objetivo das pesquisas com células-tronco embrionárias segundo a maioria dos pesquisadores é entender o como cada uma delas se desenvolvem e se diferenciam para descobrirem os caminhos para manipular as células tronco ou seja conhecer os princípios,abrir a primeira pagina do livro e seguir a leitura para entender os primeiros capítulos,segundo eles fica muito difícil começar uma pesquisa do meio para o fim.
Qual seria, então, a utilidade de eventuais pesquisas com células-tronco embrionárias humanas?
RE:(estudos de diferenciação celular)
Vamos ser lógicos e apoiar pesquisas com células-tronco ADULTAS! depois de entender o como elas se diferenciam e mapear o funcionamento delas,depois das pesquisas com células-tronco embrionárias.
prezada Dra. Zulma Peixinho o que que a senhora tem contra o principio dos estudos e contra a base que dará estrutura a um seguimento lógico das pesquisas,vamos todos para a universidade sem fazer o primeiro e o segundo grau,imagine se isso daria certo ?
É necessário as pesquisas com células-tronco embrionárias SIM .
DRA. A SENHORA ACREDITA QUE EXISTEM PESSOAS VIVENDO EM UMA ESTAÇÃO ESPACIAL,É A 35 ANOS ATRÁS A SENHORA JÁ COLAVA ESSE MESMO TEXTO EM TODOS OS FÓRUM???
5. Dra. Zulma Peixinho | 5 abril, 2008 - 18:16h
Estão chegando as Células Humanas iPS:
http://www.isscr.org/public/briefings/breakthrough.html
As células humanas iPS são similares às células-tronco embrionárias, porém são derivadas de células (ex: da pele) do próprio indivíduo (paciente/deficiente físico) e portanto não terão que enfrentar a barreira alogênica ao serem utilizadas como tratamento/terapia.
6. VALDIR TIMÓTEO | 6 abril, 2008 - 16:37h
Dra. Zulma Peixinho
NESTE SÁBADO, 5 DE ABRIL DE 2008 ESTIVE CONVERSANDO COM ALGUNS PESQUISADORES,A RESPEITO DA TÃO REFERIDA “barreira imunológica intransponível” (barreira alogênica) QUE DE FORMA MUITO INSISTENTE A SENHORA VEM POSTANDO NOS FÓRUNS DE DEBATE .
OS SEUS COLEGAS PEDIRAM PARA A SENHORA VOLTAR A ESTUDAR URGENTE,POIS PESSOAS HUMANAS JÁ RECEBERAM ATÉ CÉLULAS DE CAMUNDONGO COM TÉCNICAS JÁ DESENVOLVIDAS E NÃO HOUVE ESSA TAL REJEIÇÃO .
E POR OBRA DO DESTINO ENCONTREI UMA DAS PESSOAS QUE RECEBEU ESSAS CÉLULAS ( DE CAMUNDONGOS ) E ELA ME CONFIRMOU QUE FOI VOLUNTÁRIA DESSES ESTUDOS E NÃO HOUVE REJEIÇÃO.
VOU FAZER UM APELO A SENHORA,POR FAVOR PARE DE TENTAR ENGANAR AS PESSOAS PARA TENTAR DESQUALIFICAR AS PESQUISAS, ENGANAR AS PESSOAS É MUITO FEIO Dra. Zulma Peixinho VOLTE A ESTUDAR E TRANSMITA A VERDADE AS PESSOAS.
Dra. Zulma Peixinho PEDIRAM PRA DIZER A SENHORA QUE A SENHORA ESTA BOIANDO ( E PEIXINHO BOIANDO NÃO É BOM SINAL)isso cientificamente comprovado.
ABRAÇOS E BONS ESTUDOS SEM COLAR SE NÃO A SENHORA NÃO APRENDE CONSELHO DE AMIGO…TCHAUUUU
7. Dra. Zulma Peixinho | 8 abril, 2008 - 01:55h
Como Professora de Imunologia da UNIFESP, j parabenizei a Folha Online pela belssima reportagem publicada ontem (07.04.2008) sobre o potencial funcional das clulas-tronco “reprogramadas”, cincia esta que verdadeiramente dignifica a humanidade.
Trs grupos de cientistas (Takahashi et al., 2007; Yu et al., 2007; Park et al., 2008) j anunciaram que as equivalentes em humano, as Clulas Humanas iPS, tambm esto chegando.
As clulas humanas iPS so similares s clulas-tronco embrionrias, porm so derivadas de clulas (ex: da pele) do prprio indivduo (paciente/deficiente fsico) e portanto no tero que enfrentar a barreira alognica ao serem utilizadas como tratamento/terapia.
Profa. Dra. Zulma Peixinho
8. VALDIR TIMÓTEO | 9 abril, 2008 - 11:11h
AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS devem ser feitas para que se entenda tudo sobre elas,esses estudos é o CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS,é uma tremenda falta de inteligência e de compreensão de certas pessoas estarem tentando impedir esses estudos.
A PARTIR DESSES ESTUDOS ENTENDENDO-SE O COMO ESSAS CÉLULAS SE DIFERENCIAM E CHEGAM EM SEU ESTADO FINAL DO SEU DESENVOLVIMENTO,os pesquisadores terão todas as informações necessárias para trabalharem com as células-tronco,ou desenvolverem outros caminhos para se chegar aos resultados desejados,PORTANTO AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS É INDISPENSÁVEL,assim abrindo possibilidades de reprogramarem as células-tronco e desenvolverem várias técnicas para se chegar as diversas terapias .
Todas as pesquisas já feitas até hoje são muito importantes,MAS, não elimina a necessidade de se fazer as PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1, e assim que os pesquisadores receberem as informações do CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS as pesquisas terão a base de sustentação de tudo,para prosseguirem a caminho do sucesso que todos nós desejamos.
Portanto a Dra. Zulma Peixinho que vem insistentemente tentando desqualificar as pesquisas com esse engano da parte dela “barreira imunológica intransponível” (barreira alogênica) “NÃO É VERDADE E NÃO TEM SUSTENTAÇÃO PARA DESQUALIFICAR OU IMPEDIR AS PESQUISAS”.
9. Dra. Zulma Peixinho | 10 abril, 2008 - 17:15h
As células-tronco “reprogramadas” iPS não precisam mais ser obtidas com a introdução de genes ou com a utilização de retrovírus como vetor. Segundo a Profa. Dra. Alice Teixeira Ferreira, a PrimeGen já está apresentando um método mais rápido e 1000 vezes mais eficiente: as proteínas necessárias para induzir a pluripotência nas células adultas são levadas por partículas de carbono que são rapidamente incorporadas pelas células adultas (usaram células da pele, de rim e da retina). Afirma também que não tem de se preocupar com a manipulação genética que na verdade não ocorre, pois o que se faz é ativar genes que estavam silenciados. Por outro lado, prossegue, a reprogramação foi estudada primeiramente em camundongos e podemos continuar usando estes animais para estudar o comportamento de células embrionárias, pois afinal existe uma homologia de 95% entre o genoma destes animais e o humano.
10. VALDIR TIMÓTEO | 14 abril, 2008 - 09:32h
AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS devem ser feitas para que se entenda tudo sobre elas,esses estudos é o CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS,é uma tremenda falta de inteligência e de compreensão de certas pessoas estarem tentando impedir esses estudos.
A PARTIR DESSES ESTUDOS ENTENDENDO-SE O COMO ESSAS CÉLULAS SE DIFERENCIAM E CHEGAM EM SEU ESTADO FINAL DO SEU DESENVOLVIMENTO,os pesquisadores terão todas as informações necessárias para trabalharem com as células-tronco,ou desenvolverem outros caminhos para se chegar aos resultados desejados,PORTANTO AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS É INDISPENSÁVEL,assim abrindo possibilidades de reprogramarem as células-tronco e desenvolverem várias técnicas para se chegar as diversas terapias .
Todas as pesquisas já feitas até hoje são muito importantes,MAS, não elimina a necessidade de se fazer as PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1, e assim que os pesquisadores receberem as informações do CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS as pesquisas terão a base de sustentação de tudo,para prosseguirem a caminho do sucesso que todos nós desejamos.
Portanto a Dra. Zulma Peixinho que vem insistentemente tentando desqualificar as pesquisas com esse engano da parte dela “barreira imunológica intransponível” (barreira alogênica) “NÃO É VERDADE E NÃO TEM SUSTENTAÇÃO PARA DESQUALIFICAR OU IMPEDIR AS PESQUISAS”.
11. VALDIR TIMÓTEO | 14 abril, 2008 - 10:34h
SE OS ESTUDOS COM AS CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS NÃO FOREM FEITOS OS CIENTISTAS E PESQUISADORES SEMPRE TERÃO DUVIDAS,E SEMPRE FALTARÁ INFORMAÇÕES PARA DESENVOLVEREM SEUS TRABALHOS,NÃO PERMITIR ESSES ESTUDOS É NO MÍNIMO FALTA DE INTELIGÊNCIA,EXEMPLO TENTE CURSAR UMA FACULDADE SEM TER FEITO O ENSINO FUNDAMENTAL,ENSINO BÁSICO,LHE FALTARÁ INFORMAÇÕES E VOCÊ JAMAIS CONSEGUIRA INGRESSAR EM UMA FACULDADE,NÃO SE CONSTRÓI UM PRÉDIO DE CIMA PARA BAIXO,MUITO ME ADMIRA PESSOAS QUE SE DIZEM SER OS DONOS DA VERDADE NÃO SE DAREM CONTA DISSO,AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS devem ser feitas para que se entenda tudo sobre elas,esses estudos é o CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS,A PARTIR DESSES ESTUDOS ENTENDENDO-SE O COMO ESSAS CÉLULAS SE DIFERENCIAM E CHEGAM EM SEU ESTADO FINAL DO SEU DESENVOLVIMENTO,os pesquisadores terão todas as informações necessárias para trabalharem com as células-tronco,ou desenvolverem outros caminhos para se chegar aos resultados desejados,PORTANTO AS PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS É INDISPENSÁVEL,assim abrindo possibilidades de reprogramarem as células-tronco e desenvolverem várias técnicas para se chegar as diversas terapias,Todas as pesquisas já feitas até hoje são muito importantes,MAS, não elimina a necessidade de se fazer as PESQUISAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS CAPÍTULO Nº1, e assim que os pesquisadores receberem as informações do CAPÍTULO Nº1 DOS ESTUDOS eles terão a base de sustentação de tudo,para prosseguirem a caminho do sucesso que todos nós desejamos.
Portanto a Dra. Zulma Peixinho que vem insistentemente tentando desqualificar as pesquisas com esse engano da parte dela “barreira imunológica intransponível” (barreira alogênica) “NÃO É VERDADE E NÃO TEM SUSTENTAÇÃO PARA DESQUALIFICAR OU IMPEDIR AS PESQUISAS”.
12. Dra. Zulma Peixinho | 18 abril, 2008 - 02:04h
A possibilidade de terapia com CTEHs não pode ser idealizada somente em função do excelente resultado obtido em camundongo, quando se constatou, à época, que “a CTE é o único tipo celular capaz de se diferenciar em neurônio”. Cabe lembrar que estas células, como toda célula nucleada, expressam proteínas próprias (HLA) que registram biologicamente cada um dos indivíduos da espécie: a diferença nestas proteínas, entre o doador e o receptor de enxertos, é a causa da rejeição imunológica. Nos estudos com camundongos, foram utilizados animais geneticamente idênticos (clones), o que permitiu a transferência de CTEs a animais adultos na ausência de rejeição. Entretanto, estes resultados só seriam observados na espécie humana se o doador das células (no caso, o embrião) e o receptor das mesmas (o paciente/deficiente físico) compartilhassem o HLA, como ocorre entre gêmeos monozigóticos e, com probabilidade de 25%, entre irmãos de uma mesma família. Devemos apoiar as pesquisas com CTAs, incluindo as células iPS que tiveram seu potencial de uso em terapia recentemente comprovado, pois sendo células autólogas (derivadas do próprio paciente/deficiente físico), não precisam enfrentar a rejeição imunológica. Portanto, a celeuma é meramente científica!
13. elena doro | 18 abril, 2008 - 17:54h
meu comentário só se baseia em:
1 - ciência pela ciência - deve ser livre
2 - ciência com objetivo prático - deve ser livre
porem,
quem paga todo esse custo? ou
quem financia todo esse trabalho??
é o governo , ou
são os laboratórios multinacionais?
de pose dos resultados quem poderá adquirir o produto?
14. mi | 14 outubro, 2008 - 19:13h
adorei saber sobre
esse asunto ,pois assim
os intereçados em ciencias
ficam sabendo sobre um
pouco mais de ciencia adorei
um assunto muito interessante
obrigada
15. lia | 20 outubro, 2008 - 10:23h
espero que tudo de certo.
16. VALDIR TIMÓTEO | 12 novembro, 2008 - 11:05h
Pois é, vejam os avanços das pesquisas no Brasil e no mundo, pessoas que receberam células de fetos abortados e relataram terem tido melhoras significativas da parte motora e sensibilidade entre outras( observação isso vem acontecendo com células de fetos abortados, isto vem acontecendo na China ), agora vejam bem não houve rejeição imunológica como sempre afirmou a dra. Zulma Peixinho que sempre foi contra as pesquisas com CTE, é dra.para quem sempre se mostrou ser a dona da verdade isso tudo não ficou nada bem para a senhora, é melhor ter mais respeito as comunidades científicas e não subestima-los, é muito bom ter cautela pois todas as suas postagens vem caindo por terra, e isto fica muito mau para uma professora universitária.
credibilidade para ser conquistada é muito difícil, mas, para perde-la é muito fácil, reflitam.
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