Secretaria estadual do Rio vai unificar três órgãos ambientais do estado
25 abril, 2007 - 06:45h Délcio Rocha
O secretário estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse na quarta-feira (18), em entrevista à Agência Brasil, que os órgãos ambientais do Estado estão desaparelhados e desmotivados. "Há 20 anos não tem concurso, a burocracia é muito grande, tem 15 mil licenças tramitando, tem R$ 140 milhões de multas não pagas. Em suma, pouca efetividade, muita burocracia e, infelizmente, corrupção", definiu Minc.
Diante desse quadro, a secretaria resolveu dinamizar o setor. Com essa finalidade, foi elaborado o projeto de reestruturação dos órgãos ambientais. Esse projeto vai unificar a Feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, a Serla - Fundação Superintendência Estadual de Rios e Lagoas e o IEF/RJ - Instituto Estadual de Florestas.
A nova instituição receberá o nome de INEA - Instituto Estadual do Ambiente. "Vamos transformar três órgãos fracos em um órgão forte", afirmou o secretário.
Um concurso público deve ser realizado ainda este ano para contratação de 240 técnicos e analistas ambientais. Além disso, serão criadas seis agências regionais para cuidar das questões relacionadas ao meio ambiente nas diversas regiões do estado.
O secretário estadual do Ambiente anunciou que o próximo dia 24 será lançado como o Dia do Destravamento. Na data, o secretário pretende simplificar a outorga de águas e o licenciamento ambiental. Ele explicou que "tudo que demorava dois anos vai demorar quatro meses, o que eram 24 papéis vai passar para oito documentos, e assim sucessivamente".
Carlos Minc disse que, ao mesmo tempo, o governo estadual agirá com todo o rigor na questão do licenciamento ambiental. Segundo ele, a participação da Petrobras e das indústrias no projeto de reestruturação da Feema não abre espaço para pressões de nenhum tipo por parte do setor privado.
De acordo com o secretário, o projeto de construção do Comperj - Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, da Petrobras, por exemplo, receberá as licenças necessárias para sua viabilização.
O governo fluminense exigirá, porém, efluentes zero na Baía da Guanabara, padrão de emissão atmosférica três vezes mais rigoroso e o plantio de 3,6 milhões de árvores em torno dos manguezais de Guapimirim, além de um corredor florestal até a Serra da Estrela, em Petrópolis.
A revitalização da área ambiental fluminense abrange também a transferência para os municípios das licenças das questões locais e municipais, o que já foi feito até o momento no caso das cidades do Rio de Janeiro e de Nova Iguaçu.
Carlos Minc informou que o governo do Rio, em conjunto com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, está ajudando a qualificar cinco agentes de cada município com esse objetivo.
Por: Alana Gandra
Fonte: Agência Brasil
33 Comentários Adicione o seu
1. Sandra Regina | 27 abril, 2007 - 16:35h
Ate agora , estou satisfeita com as noticias que tenho lido, gostaria de ver tudo isso acontecer, pois me parece que seu nome é trabalho. Parabens.
2. Hildo Gomes Rodrigues Tosta | 9 maio, 2007 - 18:32h
aprova a idéia do carlos e acho essencial para o estado do Rio ,sou Técnico em segurança do trabalho e apoio ,epero contribuir com que for necessário,alguma oportunidade para ajudar.
3. Luzitano Garcia | 23 maio, 2007 - 19:55h
Gostaria que o nobre Secretário de Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, Carlos Minc, explicasse a sua absurda intenção de fazer um aterro sanitário - lixão, na cidade dos meninos, município de Duque de Caxias, área já bastante contaminada, desde a década de 50, por resíduos de pesticidas deixados por uma fábrica operacionalizada pelo então Serviço Nacional de Malária.
4. Luzitano Garcia | 23 maio, 2007 - 20:02h
É louvável a iniciativa do secretário de ambiente do estado do rio de janeiro, mas alterar a estrutura organizacional não significa necessariamente preservar e revitalizar o ambiente. É pagar pra ver.
5. ROBSON | 5 junho, 2007 - 15:48h
POR FAVOR-QUEIRAM ME INFORMAR QUAL O TEL.OU ENDEREÇO
DA FEEMA-SETOR POLUIÇÃO SONORA-BARULHO EXCESSIVO.ONDE ME INFORMAR?
6. Paulo Roberto | 1 julho, 2007 - 07:36h
É muito bom ouvir um secretário falar em fortalecer os meios de fiscalizar o Meio ambiente, entretanto, é lamentável que ele sempre
exclua de todas as ações, a sempre prejudicada baia de Sepetiba, especialmente a PEDRA DE GUARATIBA,que recebe através do rio Piraquê, todo esgoto da região.(Um verdadeiro crime ambiental).Estamos matando um berço maríimo muito importante, sem falar nos problemas sanitários para a população
7. tadeu | 3 julho, 2007 - 11:26h
Gostaria muito que esta mensagem chegasse ao conhecimento do ilustre Secretario Estadual de Meio Ambiente, porque sei, que acima de tudo é um homem comprometido com a verdade e não se deixa enganar facilmente, ocorre que sou residente da zona oeste e atrás da minha rua existe uma área enorme com grandes arvores, porém existe um pequeno grupo de comerciantes que estão deteriorando a mesma com a exploração de retirada de areia e terra para embolso de obra. Ocorre que nós moradores da região já denunciamos ao Ibama, que nada fez, já fomos até a delegacia 36ª D.P, aonde disseram que o dono do terreno pode reclamar por tal exploração indevida, a qual está deixando enormes crateras onde acumulam águas de chuvas e tornando-se assim enormes piscinas, onde estão proliferando milhares e milhares de larvas de mosquitos da dengue, e algumas pessoas que tetaram levar a causa a frente foram ameaçadas de morete por estes pequenos grupos que estão acabando com todo o terreno. Agradeço deesde sua compreensão e conto com a coloaboração de senhor que sei ser um homem de fibra e que não se deixa intimidar por nada, e além de tudo é um político íntegro e honesto e por isso sempre teve o meu voto, obrigado.
8. Sarides Ferreira de Freitas | 3 julho, 2007 - 22:09h
Senhor Secretário! Moro no bairro Jardim Alvorada em Nova Iguaçu. Temos um “HORTO”, com aproximadamente 8.000m², localizado entre as ruas Dartagnam Rodrigues e Diva Melo, ao lado do Colégio Estadual Jardim Alvorada, que atende aproximadamente 3.000 alunos. Neste horto, existem várias espécies de árvores com mais de 40 anos, que servem de habitat para aves como: corujas, carãos, gaviões, garças etc. Este horto é o único espaço público de lazer da comunidade . O prefeito de Nova Iguaçu quer cortar nossas árvores e ocupar nosso horto com casa populares. Não dá para entender que verba do Ministério das Cidades, através Caixa Econômica Federal, financiem esse crime ambiental. Nunca pensei que um prefeito do PT, na contramão da política ambiental do Pte. LULA, Assumisse tal agressão. A comunidade rejeita qualquer destinação do horto que não seja a preservaçao do melhor que ele tem: suas árvores , suas aves e o espaço de lazer. Derrubar árvores é grave, mesmo com o nobre propósito de casas populares. Existe muito espaço ao longo da serra de madureira que atende o propósito do prefeito e não agride o meio ambiente, nem causa problemas para o colégio, tal qual causaria casas populares tão próxima ao muro do colégio. A comunidade Jardim Alvorada,apela para que as autoridades façam valer a Lei 9.605 ,de 12/02/1998. Sarides.
9. Sarides Ferreira de Freitas | 3 julho, 2007 - 22:39h
Olá galera, estão querendo derrubar as árvores do nosso horto, que fica ao lado do Colégio Estadual Jardim Alvorada, pra contruir casas populares. Votem e opinem no www.opiniaoenoticia.com.br , do lado direito da tela tem Todas Editorias, selecione NEGÓCIOS - clik em pesquisar , use barra de rolagem até notícia- Negócios - Paises emergentes dobram emisões em 15 anos. Logo abaixo aparece opinião do leitor. Deixe seu email e sua mensagem. Passe esta menssagem para todos os contatos. Obrigado.
10. Jaqueline Cruz | 4 julho, 2007 - 10:35h
Senhor Lindemberg! O pte. Lula defende toda hora o meio ambiente. Ele sabe que o companheiro de partido esta usando dinheiro do ministério das cidades para destruir o nosso horto, localizado entre as ruas Dartagnam Rodrigrues e Diva de Melo, no bairro jardim alvorada, ao lado do colégio Estadual Jardim Alvorada e que atende 3.000 alunos, para construir casas? O horto é o único espaço público da comunidade. Derrubar árvores é grave, mesmo com o nobre propósito de constrir casa populares. Senhor! Ao longo da estrada de Madureira existem terrenos improdutivos, centenas de hectares, capazes de abrigar não 30, mas 30.000 casas. Nosso horto tem que ser preservado, a comunidade repudia este crime. Senhor presidente LULA, se a sua polítia ambiental está sendo traida sem o vosso conhecimento, isso já não é verdade,pois já tornamos público nossa denúncia. Salve nosso horto.Permitir ocupar nosso horto com casas populares, é abrir espaço para mais tarde ocuparem a praça Santos Dumant, no centro de Nova Iguaçu, A praça da República no centro do Rio, a Quinta da Boa Vista etc.Apelamos para os defensores do meio ambiente. SALVEM NOSSO HORTO!!!Jaqueline.
11. Flavia Silva | 4 julho, 2007 - 22:54h
Gostaria que o nosso secretário de meio ambiente, Carlos Minc, fizesse algunha coisa para salvar nosso horto. Os alunos do colégio Alvorada, amam este espaço.Obrigada.
12. Pax de Freitas | 5 julho, 2007 - 20:14h
Com o aumento do efeito estufa, ainda há pessoas querendo derrubar árvores, devemos dar um basta nisso. Temos que nos reunir para coibir essa derruba de árvores que está acontecendo, ou vai acontecer, se não nos movimentarmos contra o corte de ávores no bairro Jardim Alvorada, N.I., R.J. . BASTA!!!!
13. leticia reis de freitas | 5 julho, 2007 - 20:38h
Pedimos as autoridades que se informem sobre a situação do nosso horto no Jardim Alvorada.Prefeito lindeberg não adianta anunciar obras de saneamento se derrubar nosso horto a prefeitura deveria incentivar iniciativas da comunidade de cuidar tão bem de uma área pública que seria obrigação dos órgãos públicos cuidar.O senhor é um prefeito jovem não é possivel que queira destruir nosso horto.S.O.S!
14. Adilson Ferraz da Silva | 29 agosto, 2007 - 18:04h
As atuais iniciativas do Secretário de Meio Ambiente já se faziam necessárias! Acreditamos que ainda faltam algumas medidas, quais sejam: divulgação, na mídia, com ênfase na necessidade da participação de toda a população do Estado na prevenção e mesmo no combate às queimadas. Disponibilizar um telefone, tipo disque denúncia.
15. FRANCCISCO LIMA | 23 setembro, 2007 - 11:27h
senhor secretario,gostaria que o senhor fizesse alguma coisa pelas praias de sepetiba ,pois todasestao em completo abandono .já que outros governos e secretarios nao deram a minima importancia para tal situaçao tenho a certeza de que na sua gestao nos da zona oeste mais propriamente de sepetiba seremos atendidos.
certo da sua atençao e competencia , desde de já agradeço
16. Sandra maria Cunha | 5 novembro, 2007 - 16:19h
Prezado Sr.Secretário
Carlos Minc
Há muito acompanho seus projetos e agora aplaudo a Gestão Integrada dos órgãos estaduais ambientais com a criação do INEA, pois preservação e corrupção são incompatíveis.È preciso também revitalizar os antigos órgãos com pessoal que realmente esteja com vontade de trabalhar.
Recentemente na Serla estive conversando sobre a Baía de Sepetiba, que deveria ser inclusa no Sistema Costa Verde, pois além de importantes sistemas marinho importantes em morte face ao descuido total de governos anteriores, possue também ainda uma cobertura vegetal que abriga fauna e flora em grande fase de degeneração. Na Serla ouvi que o problema de Sepetiba era do Governo Federal.
Acho que está mais do que na hora do jogo de empurra acabar e espero ver de sua administração um trabalho sério com relação aquela área, que sofre com a favelização, falta de saneamento, entre muitas outras coisas.
A população quer ajudar, será que também não era hora de mobilizá-los para ajudar a Secretaria de Meio Ambiente. Que tal criar projetos neste sentido?
17. João Bosco de Souza Gestal | 15 novembro, 2007 - 23:08h
Parabéns Secretário pelo ótimo trabalho que vem desenvolvendo com sua equipe em prol da salvação do planeta!
Seu fã
João Bosco/PT de Magé
94427813
Um abração. Conte comigo p/ ajudar noque for preciso!.
18. Roberto Machado | 9 dezembro, 2007 - 21:24h
Prezado Secretário.
Primeiramente gostatia de dizer que admiro e respeito muito a sua posição política onde vem desempenhando um bom trabalho.
Gostaria de saber quando se iniciaram as obras de iniciação de recuperação dos manguezais do recôncavo da Baia de Guanabara em especial na área de Magé.
Obrigado e Parabéns mais uma vez.
19. Cybele Teixeira de Freitas | 14 fevereiro, 2008 - 08:18h
Prezado Secretário,
Tenho acompanhado seu empenho através dos meios de comunicação e por isso deixo aqui um apelo. Faça uma visita ao Município de Miguel Pereira, de preferência incógnito e sem uma comitiva que chame muita atenção. Veja a lixeira no alto da serra ( ela é vista ao longe, desde baixo) que escorre imundície pela encosta e começa a invadir um trecho de Mata Atlântica ainda intocado. Percorra a orla do lago de Barão de Javary que, mesmo tendo o espelho d’água tombado, sofre com a poluição, o assoreamento e aterros irregulares. O brejo, ao fundo do lago, foi aterrado para abrigar anualmente um parquinho na época da Exposição Agropecuária (?), soterrando plantas e acabando com um criadouro de várias espécies aquáticas. Tente contar quantos dos eucalíptos centenários ainda sobrevivem. Descubra as construções no alto dos morros em torno, nos vales próximos e na linha férrea desativada. Espante-se com a língua negra que vem de Governador Portela. Observe as obras de “urbanização e revitalização” da Prefeitura que pensa antes em “embelezar” do que em conservar e restaurar um lugar tão bonito, de “ainda” tão bom clima e de grande potencial para Turismo Ecológico, Rural e de Aventura. Conheça e ajude a luta de cidadãos como os da AMORAJAVARY (Associação de Moradores e Amigos de Barão de Javary) e da SOECAL (Sociedade Ecológica Cavaleiros do Alto Santana).
Por favor, Secretário! É urgente!!!!!!
20. Alcimar Bastos Cotrim | 28 fevereiro, 2008 - 09:34h
A situação em Barão de Javary é crítica. Apesar da superfície do açude e suas margens ter sido tombada em 1993, por decreto municipal, o espelho d’água já perdeu 2/3 de sua superfície. O lago (e seu entorno) é servidão dos proprietários dos lotes desde o parcelamento da Fazenda Javary.Os moradores não conseguem ser ouvidos pelas autoridades na sua luta para preservar o ambiente da localidade. As obras de revitalização começaram pela construção de uma calçada ao redor do lago e eu me pergunto como as máquinas de dragagem conseguirão se aproximar depois. Pouco resta da cobertura vegetal nas encostas e nas nascentes. Até quando a Natureza resistirá a tantas agressões??? Por favor, Secretário Minc, aja depressa!!!!!
21. Denise Alves de Carvalho | 28 fevereiro, 2008 - 21:14h
Prezado Secretário !
Gostaria que me fosse enviado as leis estaduais referente a recilagem de resíduos sólidos,que beneficiam as cooperativas e as associaçoesde catadores.Necessito das mesmas com certa urgência.Abraços.RECICLAR/VR
22. Sonia Maria | 7 março, 2008 - 11:49h
Gostaria de deixar aqui a denúcia de que presencio todos os dias.
Moro na Tijuca, e de meu apartamento vejo uma parte do “Morro da Formiga”. Todos os dias presencio uma fumaça saindo da parte de cima da favela, como se estivessem queimando a mata para poder desmatá-la e assim construir mais barracos. Desde que vim morar aqui, 5(cinco) anos venho parcebendo o crescimento da mesma.
Deixo aqui o meu alerta para as autoridades que queiram verificar.
23. Flavio da Costa Westermann | 9 março, 2008 - 19:49h
Prezado Sr. Secretário Carlos Minc,
Na qualidade de morador da Freguesia - Jacarepaguá , gostaria de alertar para construções irregulares e consequente crescimento silencioso de comunidades dentro da área do Parque Nacional da Tijuca, parte do que ainda resta de área verde não ocupada em Jacarepaguá e que há pouco tempo foi sinalizada com uma placa onde se lê; “Ajude a Presevar - Área do Parque Nacional da Tijuca.”.Não o bastante as construções irregulares existentes próximas ao asfalto na altura do Hospital Cardoso Fontes e sua crescente expansão , agora percebo ao lado de um borracheiro clandestino na subida da serra , sentido Jacarepaguá - Grajaú , um portal de entrada que parece ser de uma pequena comunidade já existente mata à dentro.
Pouco antes desta localidade, na mesma pista ,verificamos casas sendo construídas em direção à floresta sem nenhum controle.
Nosso receio é que aconteça do lado de cá o que ocorreu com o trecho após o falido restaurante Cabana da Serra sentido Grajjaú e os consequentes problemas e de outros locais da cidade.
Desde já , agradeço por sua atenção em relação ao assunto e o parabenizo pelo trabalho que vem desenvolvendo.
Atenciosamente,
Flavio Westermann
24. alberto santos | 16 abril, 2008 - 14:09h
sr secretario carlos minc,
a parte da mata atlantica de duque de caxias esta sendo destruida
em santa cruz da serra,mantiquira em frente ao banco do brasil
antiga FNM PROCURE SABER QUEM CORTOU AS ARVORES QUE ESTAVAM ALI A TANTOS E TANTOS ANOS A SECRETARIA MUNICIPAL E UM VERDADEIRO CABIDE DE EMPREGOS AQUI EM CAXIAS A TURMA DO PREFEITO CORTA ARVORES EM VEZ DE MATAR O MOSQUITO DA DENGUE
25. alberto santos | 16 abril, 2008 - 14:11h
EU DESAFIO O SENHOR CARLOS MINC A INVESTIGAR QUEM DERRUBOU PARTE DA MATA ATLANTICA EM FRENTE AO BANCO DO BRASIL NA ANTIGA FNM
26. JORGE DOS SANTOS | 16 abril, 2008 - 14:18h
SR MINC,
VENHA A CAXIAS PRECISAMENTE A RUA LONDRES NO PARQUE EQUITATIVA EM SANTA CRUZ DA SERRA,VENHA VER O QUE E FEITO NESTA PARTE DO ESTADO DENTRO DESTE MUNICIPIO A COISA CORRE FOUGADA NAO ADIANTA DENUNCIA A SECRETARIA MUNICIPAL SABE DE TUDO E NAO FAZ NADA E GENTE DA TURMA DE QUEM ADMINISTRA VENHA SECRETARIO MAIS VENHA LOGO CASAS CONSTRUIDAS NO MEIO DA MATA
QUERO QUE O SENHOR SAIBA QUE NO FUNDO NO FUNDO NAO ACREDITO QUE O SENHOR VENHA ATE AQUI,ACHO ATE QUE ESTAS LINHAS NEM CHEGARAM ATE O SR.
27. JORGE DOS SANTOS | 16 abril, 2008 - 14:21h
EU COMO CONTRIBUINTE COBRO DO SENHOR UMA ACAO JA VAMOS LEVAR ATE A MIDIA ESTA DENUNCIA VAMOS VER SE ISSO VAI VIR A PUBLICO
28. JORGE DOS SANTOS | 16 abril, 2008 - 14:23h
PRECISO DE UM E-MAIL PARA ENVIAR FOTOS DO PROBLEMA
29. claudia A Costa | 24 abril, 2008 - 20:43h
Sr. Secretário Carlos Minc,
Solicito sua atenção para o absurdo que ocorre nesses morros que ficam nas imediações do cemitério São João Batista. A favelização esta tomando conta da mata e pessoas estão queimando a mata nativa para ali desenvolver criadouro de bandidos para mais tarde nos atacar. É um absurdo que ninguem faça nada em relação a favela que cresce a olhos nus, logo ali atras do São João Batista. Peço ao senhor secretario, que acredito ser um homem de bem e de grande visão que envie uma equipe a essas áreas e ordene imediatamente a derrubada desses casebres que so poluem e maltratam as encostas.
Moro proximo e de minha casa observo a degradação dia-adia, e isso me incomoda bastante.
Certa de sua atenção
Agradeço,
Cláudia A Costa
30. leonildo de oliveira silva | 14 maio, 2008 - 11:43h
o serviços autonomo de agua e esgoto do estado do rio.deveria ser responsavel pelo tratamento rios;do nosso estado,como rioparaiba ,barra mansa,bananal,no meu municipio,exp.pois capta,recebem,pela agua e esgoto,nao contribuem pelo tratamento de nossos rios
31. leonildo de oliveira silva | 14 maio, 2008 - 11:52h
trens covardemente agridem o meio ambiente em barra mansa no bairro saudade,apitos fumaça acelerando,pó de minério,com concentração de locomotivas no bairro.este mau feitor e poluidor MRS.nos ajude sema.rj.
32. SYLVIA LIMA | 15 maio, 2008 - 09:21h
Prezado Sr. Ministro Carlos Minc,
Sua iniciativa de criação do INEA é um avanço para a área ambiental do RJ.Acreditamos que esta mesma ideia possa ser ampliada para os demais estados da União.
Os profissionais que foram selecionados por concurso publico de provas e títulos para o INEA,estão aguardando serem chamados para tomada de posse das respectivas vagas e assim ser finalmente implantada esta sua criação, que ao ser colocada em prática, poderá confirmar a razão desta sua proposta .
33. Rosimery Fontanella | 26 outubro, 2008 - 22:53h
Sr. Secretário Carlos Minc,
Parabéns pelo trabalho que vem desenvolvendo!
Gostaria imensamente que o problema da poluição sonora fosse resolvido. Moro num bairro residencial de Niterói (Fonseca) onde há um clube (inclusive interditado pela FEEMA desde fev de 2000)que acaba com o sossego dos moradores, pois não existe acústica . Infelizmente a interdição só funcionou no início. Como cidadã brasileira fico triste em ver que as nossas leis acabam por ser desrespeitadas.
Certa de uma providência despeço-me.
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