Boi pode ser a saída para biodiesel
23 março, 2007 - 10:42h Délcio Rocha
O economista Reinaldo Fonseca, da Fieg, acredita que, enquanto não surgirem outras matérias-primas com quantidade e produtividade suficientes para atender os projetos em construção e planejados, a questão do suprimento às usinas pode ficar grave e atrasar o avanço da produção.
"O aproveitamento da gordura animal vai ser uma interessante alternativa. A cada carcaça de boi pode ser extraído 17 quilos de gordura", informa. Ele calcula que de cada carcaça de avícula, o frango principalmente, são retirados 130 gramas de gordura animal. Reinaldo acredita ainda que o avanço da produção futura pode se dar por meio das plantas industriais acopladas a projetos em operação de matadouros/frigoríficos de carnes bovinas e de aves para aproveitamento da gordura.
O economista reafirma que é necessário também a agilização das pesquisas e dos experimentos com a mamona e o pinhão manso para produção do biodiesel, mas reclama da insegurança tributária. "A utilização do sebo do boi e de outras fontes de energia são novas oportunidades industriais, mas ainda não temos uma política de tributação agrícola legalizada", lamenta o técnico da Fieg.
O economista sugere ainda que os projetos de reforma agrária poderiam ser conduzidos para o plantio da soja para produção de biodiesel. Outra saída seria a formação de cooperativas.
"O aproveitamento da gordura animal vai ser uma interessante alternativa. A cada carcaça de boi pode ser extraído 17 quilos de gordura", informa. Ele calcula que de cada carcaça de avícula, o frango principalmente, são retirados 130 gramas de gordura animal. Reinaldo acredita ainda que o avanço da produção futura pode se dar por meio das plantas industriais acopladas a projetos em operação de matadouros/frigoríficos de carnes bovinas e de aves para aproveitamento da gordura.
O economista reafirma que é necessário também a agilização das pesquisas e dos experimentos com a mamona e o pinhão manso para produção do biodiesel, mas reclama da insegurança tributária. "A utilização do sebo do boi e de outras fontes de energia são novas oportunidades industriais, mas ainda não temos uma política de tributação agrícola legalizada", lamenta o técnico da Fieg.
O economista sugere ainda que os projetos de reforma agrária poderiam ser conduzidos para o plantio da soja para produção de biodiesel. Outra saída seria a formação de cooperativas.
Fonte: Diário da Manhã
- Categoria: AGRONEGÓCIOS, NOTÍCIAS, CIÊNCIA E TECNOLOGIA, Bovinocultura, AGRICULTURA, culturas
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