Arquivos da categoria: 'Florestal'
8 setembro, 2010 - 14:49h
Contrário a exploração ilegal de madeira e qualquer tipo de produção extrativista sem responsabilidade, a Coimma Balanças e Troncos de Contenção, líder no segmento no País, demonstra o seu compromisso com o meio ambiente e sustentabilidade de produção das cadeias, ao investir em um plano estratégico de manejo florestal sustentável na Fazenda Bom Destino, em Rio Branco (AC), área incluída no bioma Amazônia.
Iniciado em 2002 o projeto do grupo Coimma conta aproximadamente com uma extensão de mil hectares de reserva nativa, chancelada e certificada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Governo do Estado do Acre. Na área, anualmente 7.000 m³ de madeira em toras são retiradas da mata, sendo 90% oriundas da espécie cumaru ferro - conhecida pela resistência a fungos, insetos e brocas marinhas.
Com grande variedade de espécies nativas em seus diversos biomas, o Brasil apresenta enorme competitividade no mercado de produtos florestais. Para atender essa demanda o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabeleceu em 2009 a resolução 406/09 que padroniza critérios de elaboração, análise e fiscalização dos planos de manejo florestal em toda a Amazônia, além de prever procedimentos de rastreabilidade da origem da madeira por órgãos ambientais competentes.
A nova regulamentação é o complemento mais recente do código florestal brasileiro de 1965 (artigo 15) no qual define que as florestas da Amazônia só poderiam ser utilizadas através de plano de manejo. Desde a década de 1960, inúmeras regulamentações (decretos lei, medidas provisórias, portarias e instruções normativas) posteriormente foram estabelecidas para aprimorar e ordenar as regras do processo.
Para comprovar a importância do setor florestal brasileiro na economia brasileira, dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA) de 2000, apontam que a atividade representa 4% do PIB nacional e 8% das exportações brasileiras, gerando receita de US$ 30 bilhões/ano. Somente na silvicultura mais de 300 milhões de m³ de madeira são consumidos anualmente no país, sendo 110 milhões provenientes de florestas plantadas e 190 milhões de reservas nativas.
Segundo Paulo César Dancieri Filho, diretor de Desenvolvimento da Coimma e especialista em Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, as concessões florestais surgiram para mudar a lógica da ilegalidade da atividade e abastecer o mercado interno. Outro fator importante é a possibilidade de regenerar a floresta com a entrada de luz e oxigênio nos espaços abertos, mantendo a biodiversidade animal/vegetal e o clima estabilizado.
O especialista explica ainda que os órgãos fiscalizadores que controlam a concessão especificam também as espécies que podem ser extraídas e mapeiam todo o terreno autorizado para o manejo.
"A legalidade da atividade é muito benéfica. Além de gerar receita para economia do País, o valor agregado do produto certificado aumenta consideravelmente. No caso da Coimma a madeira utilizada na produção de balanças e troncos de contenção tem longa vida útil, durando de 25 a 30 anos com o mesmo patamar de produtividade", acrescenta o profissional.
• Mais informações sobre a Coimma podem ser obtidas no telefone 0800 11 2555 ou no site www.coimma.com.br
Fonte: Portal do Agronegócio
8 setembro, 2010 - 14:47h
Um estudo realizado pela Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) e publicado como 'Global Survey of Agricultural - Mitigation Projects' (Levantamento Global da Produção Agrícola - Projetos de Mitigação) aponta o projeto Verde Rio como uma das iniciativas que mais combatem alterações climáticas. A pesquisa foi divulgada no final de agosto, foram analisados 50 projetos de agricultura com foco nas alterações climáticas, e apenas 22 deles tratam dos Gases do Efeito Estufa (GEE), e que acabaram sendo divulgados no estudo.
O estudo contribui para a discussão atual a respeito de maneiras de integrar pequenos agricultores em atividades de redução de danos agrícolas. Este estudo foi dividido em duas partes. A primeira fazia uma breve análise de todos os 50 projetos desenvolvidos para a mitigação agrícola, mas foram extraídos 22 que corresponderam às expectativas para evitar, reduzir e sequestrar emissões de GEE. A segunda parte do projeto da FAO dá uma visão geral dos resultados que tem por objetivo específico a redução de GEE.
"Para nós do Instituto Ação Verde, é bastante satisfatório saber que o Projeto Verde Rio está alinhado com as recomendações da FAO, no Pagamento de Serviços Ambientais, que deve ser feito na cadeia produtiva, e não somente em áreas indígenas, parques nacionais, etc. A criação da Unidade de Bens e Serviços Ambientais (UBSA) vem ao encontro, fazer com que o setor agroindustrial do estado de Mato Grosso coloque à disposição do mundo os seus ativos ambientais", relata o superintendente executivo do Instituto, Paulo Borges.
Incluso também nesse estudo há projetos nacionais e internacionais de ONG's, universidades e instituições de pesquisas, em países da África (20), Ásia e no Pacífico (14), América Latina e Caribe (15) e na Europa Oriental. O Brasil está em primeiro no ranking com quatro projetos, seguido de Quênia, Nigéria e Índia. No Brasil, o projeto do Instituto Ação Verde selecionado foi o Projeto Verde Rio, que visa recuperar as áreas degradadas, gerar renda de Pagamentos de Serviços Ambientais (PSA) e crédito de carbono para agricultores.
Mais informações:
www.fao.org/climatechange/22641-0-0.pdf h
www.fao.org/climatechange/micca/en
Fonte: Portal do Agronegócio
8 setembro, 2010 - 14:36h
Com exceção daqueles que são acostumados com clima de deserto, os animais também sofrem a baixa umidade que atinge algumas regiões do País. Segundo Enrico Ortolani, professor da Faculdade de Medicina Veterinário e Zootecnia da USP, o tempo seco, o calor e a poeira podem causar problemas respiratórios mesmo em gigantes da natureza.
"Determinados lagartos, ratos e outros animais que vivem em ambientes desérticos e são mais adaptados a condições de clima seco. Agora, animais de clima tropical e que vivem em ambientes com grande umidade sofrem muito com a baixa umidade", diz o professor. Até algumas espécies acostumadas com locais com pouca chuva - como os leões e os elefantes originários da savana africana - sofrem com esse clima que estamos vivendo.
Ortolani explica que a baixa umidade e a poeira fazem com que os cílios do sistema respiratório desses animais percam viscosidade e mobilidade, o que diminui a sua capacidade de impedir que partículas de sujeira cheguem ao pulmão dos animais.
De acordo com o professor, a primeira coisa a fazer é oferecer o máximo de hidratação possível. Se não há um lago onde o animal possa refrescar, pelo menos algumas bacias deveriam ser deixadas próximas a ele.
Fonte: Portal Terra
6 setembro, 2010 - 16:51h
A Estação Ecológica tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas.
É de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. É proibida a visitação pública, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico. A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas, bem como àquelas previstas em regulamento.
Na Estação Ecológica só podem ser permitidas alterações dos ecossistemas no caso de:
I - medidas que visem a restauração de ecossistemas modificados;
II - manejo de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica;
III - coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades científicas;
IV - pesquisas científicas cujo impacto sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas, em uma área correspondente a no máximo três por cento da extensão total da unidade e até o limite de um mil e quinhentos hectares.
Fonte: Ambiente Brasil
6 setembro, 2010 - 16:49h
Tratos Culturais Existem dois problemas imediatos após o plantio: a mortalidade das mudas e o crescimento extremamente lento ou crescimento travado.
A produção de um maciço florestal depende dos fatores genéticos das espécies e sementes utilizadas, da capacidade do sítio e das técnicas de manejo adotadas. Após o plantio, a produção florestal pode ser influenciada pelos fatores:
1. Melhoramento das condições ambientais, como adubações controle de pragas e competição por ervas daninhas.
2. Diminuição da população original, através de desbastes, disponibilizando melhores condições de luz, nutrientes e água às plantas.
3. Aprimoramento da qualidade das árvores, através da poda.
Tratos Culturais Existem dois problemas imediatos após o plantio: a mortalidade das mudas e o crescimento extremamente lento ou crescimento travado.
Algumas semanas após o plantio, faz-se uma estimativa sobre o número das mudas que estão mortas. Por exemplo, em um plantio onde uma em cada 5 mudas está morta, significa que há uma porcentagem de sobrevivência de 80% ou uma mortalidade de 20%. Se a mortalidade das plantas apresenta-se muito alta, é preciso efetuar o replantio nos espaços livres. É necessário tomar cuidado com a demora do replantio, pois certos atrasos podem causar às mudas replantadas desvantagens permanentes, em crescimento e desenvolvimento.
São vários os fatores que influenciam a sobrevivência das mudas no início do plantio:
•A habilidade dos operários durante o plantio, a firmeza do solo ao redor das raízes e a profundidade das covas.
•As condições meteorológicas após o plantio.
•A qualidade das sementes, mudas com raiz nua ou mudas em embalagem.
•Condições desfavoráveis do solo, como superfície alagada ou erosão.
•Ataque de formigas, cupins ou fungos.
•Competição de ervas daninhas.
•Danos causados por animais (criação intensiva, etc.).
As mudas destinadas ao replantio devem ser de boa qualidade, um pouco maior que o normal e com raízes bem desenvolvidas.
O crescimento lento e deficiente, mesmo sem a ocorrência de pragas, pode ocorrer em qualquer período. Normalmente acontece antes do fechamento do dossel. Como aspectos visíveis: a má formação das acículas ou folhas e um crescimento anual de 1 ou 2 cm; contudo, existem vários fatores podem causar esta deficiência em crescimento e desenvolvimento:
•Seleção errada das espécies.
•Deficiência de nutrientes.
•Drenagem insuficiente do solo ou lixiviação excessiva.
•Problemas no solo, como compactação, erosão.
•Deficiência ou ausência da associação micorrízica.
•Capinas insuficientes, criação intensiva de animais, e outras.
Através de uma correta adubação, pode-se conseguir melhorar as condições dos solos empobrecidos ou compactados, enriquecer os solos, favorecer o crescimento das mudas, aumentar a resistência das plantas contra fungos, insetos e doenças. A adubação é recomendada, conforme os resultados das análises de solo realizadas em laboratório e de acordo com as exigências da espécie selecionada.
Nutriente Importância
Nitrogênio (N) É o elemento mais importante para a elaboração de substâncias no interior da célula e na clorofila, sendo portanto fundamental para os processos vitais da planta.
Fósforo (P) Mantém o crescimento das raízes, da inflorescência e das sementes, favorece o processo de lignificação e é importante para a atividade da microflora e microfauna do solo.
Potássio (K) Influencia a atividade das enzimas, regula o balanço de água das plantas e é componente indispensável para a constituição da celulose e do processo de lignificação.
Cálcio (Ca) Atua como regulador dos nutrientes das plantas, protege a formação da clorofila, tem importância como elemento da estrutura das plantas e é um bom desacidificador do solo.
Magnésio (Mg) Atua na formação das clorofilas e conseqüentemente tem influência na fotossíntese.
Em relação à limpeza do terreno, para evitar a competição de água, luz e nutrientes pelo mato e por ervas daninhas, há o método manual, através de coroamentos e roçadas; o mecânico, através de gradeação superficial, e o químico, através da aplicação de herbicidas.
Sempre que houver a competição por mato ou ervas daninhas, independente da época, deve-se fazer a limpeza. Principalmente na época de crescimento (primavera), o plantio deve estar isento destes problemas para facilitar e estimular um bom desenvolvimento, sem a competição.
Desbastes
Os desbastes são executados com diferentes finalidades, entre elas: o aumento da produção volumétrica, a melhoria da qualidade do produto final e para acelerar o retorno dos investimentos, diminuindo os riscos do projeto.
Os métodos de desbaste são:
Seletivo: tem por objetivo a seleção e a proteção das melhores árvores pela eliminação da competição com as árvores vizinhas. São classificados em:
Desbastes baixos - visam a supressão apenas de árvores dominadas (árvores que apresentam copas raquíticas comprimidas ou unilateralmente desenvolvidas), sendo empregados com bastante freqüência em povoamentos de Pinus. É a forma mais comum de desbaste seletivo. O resultado é um povoamento com um estrato apenas de árvores dominantes e codominantes.
Desbastes altos - visam a retirada principalmente de árvores codominantes (árvores que apresentam copas formadas, mas fracas, em desenvolvimento) dando às dominantes melhores condições de sobrevivência e crescimento.
Sistemático: neste desbaste não se leva em consideração a classe da copa nem a qualidade das árvores a serem retiradas. Normalmente são retiradas linhas inteiras de árvores; sendo assim, o peso do desbaste dependerá do número de linhas retiradas.
Seletivo-sistemático: neste caso corta-se, a cada número fixo de linhas, uma linha inteira e nas linhas que ficam faz-se um desbaste seletivo, de onde se retiram as piores árvores (finas, bifurcadas, quebradas).
Graus de intensidade dos desbaste
Desbaste baixo
Leve Elimina além das árvores doentes, as oprimidas.
Moderado Retira árvores doentes e dominadas.
Forte Árvores doentes, dominadas e algumas dominantes e codominantes.
Muito forte O povoamento fica somente composto por árvores com boa forma de fuste e copa, com bom espaço para crescimento e com distribuição simétrica no sítio.
Desbaste alto
Leve São retiradas todas as árvores mortas, esmorecidas e doentes. Além destas, eliminam-se algumas árvores das classes dominantes, para aumentar o espaço vital dos elementos deste grupo.
Forte As árvores do corte final são em geral selecionadas. Beneficia um certo número de árvores de melhor incremento do povoamento.
Outros métodos de desbastes que são utilizados:
Arruda Veiga: para este método, existe um limite máximo de assimilação dos fatores disponíveis como luz, água e nutrientes em relação à área basal do povoamento.
Deichmann: método desenvolvido especificamente para povoamentos de Araucaria angustifolia. Baseia-se no espaço ocupado pelo crescimento.
Pré-selecionado: consiste na seleção de árvores que ficarão para o corte final. O intervalo entre os desbastes, de aproximadamente três anos, sempre retirando as árvores mais próximas das selecionadas, visa dar melhor condição de luz, água e nutrientes às selecionadas.
Podas
A poda, que também é designada por derrama, desrama ou derramagem, é a supressão e o corte de galhos ou ramos ao longo do fuste, sendo uma alternativa viável para obtenção de madeira e produtos de alta qualidade, sem ocorrência de nós.
Nó é o ponto de inserção de um ramo no fuste da árvore. Nesse local as fibras sofrem um desvio de direção, afetando o valor tecnológico da madeira pela sua inserção, forma, sanidade e localização. Há vários tipos de nós, conseqüências da não efetivação da poda, ou de podas bem ou mal conduzidas.
Nó vivo: é aquele que faz parte da madeira em conseqüência de poda bem conduzida. O corte do galho é rente à casca, permitindo uma boa cicatrização. A madeira apresentará desenhos característicos que agregam beleza e valor comercial.
Nó soltadiço: nó aparentemente solto, mas que não é possível retirar com a pressão dos dedos. Afeta negativamente a qualidade do produto.
Nó morto ou solto: pode cair com a pressão dos dedos. Restringe o uso da madeira para fins menos nobres.
A poda pode ser natural, ou seja, ao longo do tempo, conforme fatores genéticos e densidade do plantio, os galhos secam e caem. A desrama natural, geralmente, é bastante eficiente em florestas de eucalipto.
A desrama natural pode ser acelerada pelo manejo da densidade do povoamento, embora com sacrifício do crescimento em diâmetro. O processo mais simples consiste em desenvolver e manter um estoque inicial denso o que, além de manter os galhos inferiores pequenos, causa-lhes também a morte. Geralmente, isso representa o melhor meio para condução de povoamentos de eucalipto, pois não só estimula a desrama natural, como também impede que os troncos se tornem curvos e engalhados.
Já a poda artificial vem a ser a operação de corte dos galhos, objetivando a produção de "madeira limpa", ou seja, isenta de nós, em rotação mais curta que a exigida com desrama natural, e também para prevenir a formação de nós soltos, produzindo madeira com nós firmes, mas não necessariamente limpa.
A poda artificial, além de evitar a ocorrência de nós que desvalorizam a madeira, também apresenta as seguintes vantagens:
•Evitar a presença de nós na madeira.
•Beneficiar o controle e combate a incêndios.
•Facilitar os trabalhos de relascopia e manejo.
Há, entretanto, alguns danos causados pela poda artificial: em galhos muito grossos, pode ocorrer a formação de bolsas de resina, prejudicando a qualidade da madeira, e na poda de galhos verdes poderá ocorrer o ataque de fungos e bactérias, causando o apodrecimento das pontas dos galhos.
Quando a finalidade da madeira a ser obtida for para laminados, faqueados e serraria, a poda se torna necessária. Já para madeiras destinadas para aglomerados e fábrica de papel e celulose, a poda é dispensada.
O DAP é o fator decisivo para determinar o momento adequado para a execução da poda. É indicado podar as melhores árvores em diâmetro, que possuam:
•Fuste sem bifurcações.
•Galhos finos.
•Copa bem desenvolvida.
•Ausência de doenças ou pragas.
É importante ressaltar que a parte mais valiosa da madeira (seu volume) está concentrada na parte inferior do fuste. Portanto, a altura da poda deve ser de no mínimo 5 metros e não mais que 10 metros do solo.
Tipos de poda:
Poda seca: os galhos mortos e secos são eliminados. Pode ser realizada em qualquer período do ano.
Poda verde: os galhos vivos, na maior parte da área com sombra da copa viva, são eliminados. É importante ressaltar que esta poda, realizada fortemente, pode provocar perdas de crescimento na altura e no diâmetro da árvore; por isso, deve atingir no máximo, um terço da copa viva. A melhor época para proceder esta poda é a de menor crescimento vegetativo, em que a cicatrização é mais rápida.
Procedimento da Poda
Em função dos tipos de equipamentos (poda manual ou com máquinas), uma árvore sempre deverá ser podada no sentido horário, com o intuito de ter o corte mais perto possível da casca. O corte deve ser em um único golpe, para não arrebentar o resto do galho.
Fonte: Redação Ambiente Florestal/Portal Ambiental
6 setembro, 2010 - 16:16h
Produtividade da cultura é muito baixa, com a introdução de outros cultivos na plantação como mandioca e feijão produtores conseguem pagar os custos da produção e obterem lucro.
Existem dois tipos de coqueiros no Brasil.
Os coqueiros anões são destinados à produção de água e apresentam uma boa produtividade, de 100 a 120 frutos por planta ao ano. Já o coqueiro gigante serve para a produção de coco seco e tem uma produtividade muito baixa, de 30 a 40 frutos por planta ao ano, o que está inviabilizando a cultura e fazendo com que muitos produtores deixem de produzir coco. A Embrapa Tabuleiros Costeiros está introduzindo o sistema de consórcio agroecológico para tornar a produção viável e melhorar a renda dos produtores. Com o espaçamento de dez metros entre os coqueiros, pode-se plantar, principalmente, mandioca, feijão e milho. Outra proposta é o uso da gliricídia como adubo verde e a compostagem orgânica para a adubação.
A Embrapa recomenda, principalmente, o híbrido de Coqueiro Gigante do Brasil com Coqueiro Anão Verde do Brasil para o consórcio agroecológico que é plantado com espaçamento de dez metros entre as plantas. Se não for plantada nenhuma cultura nesta área vazia, ela é invadida por plantas daninhas que danificam o coqueiral. A cultura a ser escolhida para o consórcio depende das condições da propriedade. Pode ser utilizado milho, feijão e amendoim, mas a mandioca é a mais indicada porque suporta melhor as condições do solo arenoso em que os coqueiros são cultivados.
- O produtor fica durante três ou quatro anos plantando coco gigante com mandioca, vai colhendo a mandioca e mantendo o seu rendimento até iniciar a produção do coco. O que está se fazendo de diferente agora é o sistema agroecológico, principalmente para o pequeno produtor, em que se elimina praticamente o uso de insumos químicos e utilizando compostos orgânicos a base de palhada e esterco. Se introduz ao sistema a gliricídia, que é uma leguminosa, plantada na linha de plantio do coqueiro que é periodicamente cortada e serve de adubação verde para o coqueiro. Nestes três ou quatro anos, o produtor do coco não teria lucro nenhum, só teria gastos, e com o consórcio ele tira lucro durante todo este tempo com o plantio de outras culturas. No mínimo, os custos de produção do coqueiro nestes quatro primeiros anos seriam cobertos por estas outras culturas como a mandioca - explica o engenheiro agrônomo Humberto Fontes, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros.
Fonte: Portal Dia de Campo
6 setembro, 2010 - 16:10h
Um estudo sobre o potencial econômico das Unidades de Conservação do Brasil, como parques e florestas públicas, é desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo é levar os resultados obtidos à COP-10, a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que acontece em novembro, na cidade de Nagoya, no Japão.
A partir do estudo, será elaborado um diagnóstico das oportunidades econômicas que áreas de preservação brasileiras oferecem. "O país tem um amplo potencial de aproveitamento dos parques, que ainda é pouco conhecido e explorado", diz Fábio França de Araújo, diretor do departamento de áreas protegidas do MMA.
Das 310 áreas de conservação federais e 374 estaduais apenas 26,7% permitem variedade de usos econômicos, como ecoturismo, pesquisa científica, manejo de recursos florestais e agricultura. Nos Estados Unidos, por exemplo, o turismo em parques nacionais promove uma receita de US$ 15 bilhões na economia e gera 250 mil empregos.
Fonte: Globo Rural Online
6 setembro, 2010 - 16:07h
Mato Grosso é o estado com maior número de focos, seguido do Pará.
Em Tocantins, Ilha do Bananal já perdeu 45% de sua área total.
A estiagem que já dura meses no centro do país é a principal responsável pelo aumento de focos de incêndio. A situação registrada em agosto é preocupante, pois o número de casos triplicou na comparação com agosto do ano passado.
O total de focos de incêndio em agosto chegou a 26.954, aumento de 260% em relação ao mesmo período do ano passado. Mato Grosso é o estado com o maior número de registros: 8.359 focos, 500% mais que há um ano. No Pará, foram registrados 5.772 focos, aumento de 140%.
Em Tocantins, foram 4.357 casos, variação superior a 600% na comparação com agosto de 2009. No estado, o fogo destruiu quase metade da vegetação da Ilha do Bananal e o trabalho dos bombeiros para controlar as chamas é intenso. No total, 150 homens estão em alerta, reunindo forças do Exército, do Ibama e do Corpo de Bombeiros, além de indígenas que se dividem em dois grupos para que o combate não seja interrompido. Dos mais de 2 milhões de hectares da Ilha do Bananal, pelo menos 45% já foram destruídos.
Em Mato Grosso, o fogo já atingiu a mesma área três vezes nos últimos dias e sobrou pouca coisa nas propriedades rurais. Pastagens foram queimadas e há muita fumaça.
Uma das regiões atingidas é a do assentamento Antônio Conselheiro, onde vivem cerca de 1.500 famílias. Na propriedade, o fogo atravessou a pastagem e chegou ao bananal, onde cerca de 3.000 pés foram perdidos em menos de 24 horas.
A agricultora Maria Aparecida Souza teve de assistir ao fogo destruir sua propriedade de 25 hectares sem poder fazer nada. "Queimou tudo que eu tinha e agora fiquei sem onde apanhar minhas três cabeças de criação", afirma.
Em Brasília, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, avaliou a situação das queimadas no país. "O dado do Instituto Nacional de Pesquisas Espacias (Inpe) é que tem menos queimadas hoje na Amazônia do que teve no passado e tem queimada bastante crítica acontecendo no cerrado, embora não seja o ano mais crítico. Nós tivemos uma situação mais crítica em 2007", disse ela.
Fonte: G1/Amazônia
6 setembro, 2010 - 16:04h
Localidades decretaram emergência.
Defesa Civil emitiu estado de alerta para 25 cidades.
A seca do Rio Solimões e seus afluentes Purus e Juruá deixou quatro municípios do Amazonas isolados por via fluvial, como informa a Agência Estado. Envira, Benjamim Constant, Itamarati e Canutama, todas na região oeste do estado, têm estoque de alimentos, água e gasolina para só mais 15 dias.
Pelo menos 70 comunidades rurais desses municípios se encontram sem água potável - e sem chuvas - desde o mês passado. Os municípios decretaram estado de emergência. A Defesa Civil estadual, contudo, emitiu um estado de alerta para a seca que atinge severamente, além desses quatro, outros 25 municípios. O governo deve iniciar nesta semana o envio de alimentos e água para as cidades atingidas.
Peru
O desabastecimento é um problema que já ameaçava as comunidades do transcurso do Solimões no Peru. Ali, o nível da água no rio é o mais baixo desde 2004, ano com o menor registro histórico no nível de água até então, segundo informe técnico elaborado pela Defesa Nacional do país.
"O transporte de produtos de primeira necessidade não está chegando de maneira regular. Em condições normais, demora-se de 12 a 15 dias, mas agora o tempo duplicou", disse Robert Falcón, chefe regional da Defesa Nacional, para o jornal peruano "El Comercio". "Isso faz crescer a especulação e os preços dos alimentos sobem."
Fonte: G1/Amazônia
6 setembro, 2010 - 16:00h
Cascudo tem dentição específica para se alimentar desse material.
Exemplares encontrados em expedição ainda serão descritos formalmente.
Cientistas identificaram uma nova espécie de peixe que se alimenta de madeira, em expedição realizada entre 21 de julho e 3 de agosto deste ano. A descoberta foi feita durante o projeto "Revisão da Fauna Aquática no Parque Nacional do Alto Purus", financiado pela Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, na Amazônia peruana.
A expedição marcou a terceira etapa de um estudo feito durante três anos para documentar a vida aquática dos departamentos de Ucayali e Madre de Dios, nas cabeceiras dos Rios Yurúa e Purus, no Peru.
Integrante da equipe de cientistas da expedição, o brasileiro Paulo Petry, professor associado do departamento de ictiologia no Museu de Zoologia Comparada da Universidade Harvard, nos EUA, explica que os exemplares encontrados da espécie são os primeiros que permitirão a retirada de tecidos para fazer análises genéticas.
"A descrição formal da especie deverá sair em dezembro na revista 'Copeia' e está sendo feita por três colegas especialistas", diz Petry, que também é cientista da organização não-governamental The Nature Conservancy (TNC).
O peixe identificado é de uma nova espécie de panaque, um tipo de cascudo que come madeira, segundo Petry. "O grupo tem dentes em forma de colher, que são adaptados a raspar os troncos de árvores que caem nos rios. Este padrão de dentição é único a este grupo que consome madeira", diz ele.
Petry explica que existem cerca de 12 espécies de cascudos que comem madeira, distribuídos em grandes bacias hidrográficas na América do Sul. "Várias delas são endêmicas e têm uma distribuição relativamente restrita. A espécie que coletamos é a de maior porte que se conhece, chegando a 70 cm de comprimento. No Peru, a chamam de carachama gigante", conta Petry.
Indígenas na região do Purus já conheciam o peixe, segundo o professor. "Eles o chamam de ishgunmahuan no idioma sharanahua", diz.
"Os primeiros exemplares foram encontrados na região oeste da Amazônia peruana há alguns anos e eram somente as carapaças ósseas externas. Não haviam sido encontrados exemplares vivos."
Fonte: G1/Amazônia
6 setembro, 2010 - 15:52h
Quarenta e seis países tiveram uma ideia mais clara, nesta sexta-feira, do que representará assegurar um acordo de centenas de bilhões de dólares em ajuda climática, uma questão que ameaça as esperanças de que seja aprovado um tratado sobre o aquecimento global.
O encontro informal de dois dias, que reuniu os maiores ''players'' da questão climática, indicou que o apoio crescente a um "fundo verde" para ajudar a levantar 100 bilhões de dólares ao ano até 2020, disseram alguns dos participantes.
A ministra mexicana das Relações Exteriores, Patricia Espinosa, disse ser possível que o fundo receba sinal verde, em dezembro, durante a conferência da Convenção-quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), formada por 194 países.
"Esperamos poder tomar uma decisão muito formal com respeito ao estabelecimento do fundo e, ao mesmo tempo, decidir sobre como fazer este fundo conseguir destinar os recursos imediatamente, porque há um senso de urgência", disse Espinosa a jornalistas.
No entanto, o otimismo dela foi rebaixado pelos Estados Unidos, ao alertar que espera uma contrapartida sobre outros temas ambientais revelantes, especialmente o corte de gases de efeito estufa e o monitoramento das garantias nacionais, antes da implantação do Fundo Verde.
"Isto tem que ser parte de um pacote", disse o enviado climático americano Todd Stern.
"Isto não significa que poderemos negociar mais adiante, (mas) todos estes elementos chave precisam se mexer, não apenas um ou dois", acrescentou.
O encontro de Genebra visava a restaurar a abalada confiança e focar no pragmatismo após o quase fiasco da Cúpula de Copenhague, em dezembro passado, concebido para selar um acordo para intensificar os cortes de emissões dos gases de combustíveis fósseis a partir de 2012 e reunir bilhões de dólares em ajuda para países vulneráveis.
Marcada por trocas de acusações, a cúpula foi encerrada com um acordo de último minuto, batizado de Acordo de Copenhague, no qual se estabeleceu a meta de reduzir o aquecimento global a dois graus Celsius e contou com o registro de promessas voluntárias para reduzir emissões.
Os países ricos também prometeram mobilizar até 100 bilhões de dólares ao ano em ajuda climática até 2020.
As conversações de Genebra reúnem as maiores economias, os grandes emergentes e países representantes das nações pobres, com vistas a trocar ideias sobre quem deveria administrar o dinheiro e como deveria ser supervisionado.
A secretária-executiva da Convenção-quadro, Christiana Figueres, descreveu o evento como "uma discussão muito, muito útil".
"Muitas propostas foram feitas. Cabe aos negociadores pegar estas ideias, selecioná-las e inseri-las na discussão mais ampla", disse à AFP.
Um painel de especialistas sob o mando do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, estuda as opções de financiamento, inclusive com a atribuição de taxas de emissões de carbono. O painel se reúne pela última vez em Adis Abeba em 12 de outubro e lançará seu relatório "em 30 de outubro", explicou Janos Pasztor, integrante do painel.
Fonte: Portal Terra
3 setembro, 2010 - 16:08h
Os SAF's apresentam várias vantagens, frente a sistemas de monocultivos, tais como: utilização mais eficiente do espaço, redução efetiva da erosão, sustentabilidade da produção, e estímulo a economias de produção com base participativa.
No final da década de 80, os problemas ligados à degradação dos recursos naturais adquiriram acentuada importância e, com isso, surgiram propostas de racionalização do uso do solo dentre elas a de geração de sistemas agroflorestais (SAF's) que combina benefícios de produção, econômicos, sociais e ambientais.
Os SAF's apresentam várias vantagens, frente a sistemas de monocultivos, tais como: utilização mais eficiente do espaço, redução efetiva da erosão, sustentabilidade da produção, e estímulo a economias de produção com base participativa. Dado ao caráter de múltiplo propósito das árvores, com os SAF's se pode aproveitar as vantagens dos diferentes estratos da vegetação para diversificação da produção, do uso da terra, da utilização da mão-de-obra e da renda, agregação de valor econômico e a produção de serviços ambientais.
A Embrapa Florestas iniciou trabalhos com SAFs em 1981 e a partir daí vários experimentos foram conduzidos gerando subsídios para a composição de SAF's que promoveram a diversificação de produtos e de receitas e aumentaram o interesse e o entusiasmo com a agrofloresta. A seguir são apresentados alguns desses experimentos.
Sistema silvipastoril com Pinus elliottii e gado de corte: concluiu-se que a manutenção de bovinos, em áreas florestais aumentou a produção de carne sem prejuízo para o desenvolvimento do Pinus, além de reduzir os riscos de incêndio e os custos de sua prevenção. Também constatou-se a conveniência de que a carga animal não ultrapasse o limite de 0,5 cabeça/ha no povoamento florestal e, que a execução de podas no povoamento, durante a permanência do gado, permite maior duração da pastagem sombreada.
Tolerância de gramíneas forrageiras a diferentes graus de sombreamento: testando-se braquiária x (trigo/soja/café)
Local - -
Sistemas silvipastoris
Erva-mate/bracatinga/araucária X pastagem Regional
Faxinal Pontual - -
Eucaliptos/pinus/acácia-negra/ x pastagem Pontual
Extraído de: MONTOYA, L.J.; MAZUCHOWSKI, J.Z. Estado da arte dos SAF's na região sul do Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE SISTEMAS AGROFLORESTAIS, 1 ENCONTRO SOBRE SISTEMAS AGROFLORESTAIS NOS PAÍSES DO MERCOSUL, 1., 1994, Porto Velho. Anais. Colombo: EMBRAPA-CNPF, 1994. v.1. p.77-96. (EMBRAPA-CNPF. Documentos, 27)
Pontual: utilização por algumas empresas de reflorestamento ou unidades produtoras; Local: utilização em poucos municípios; Regional: utilização em áreas de abrangência de vários municípios.
Os SAF's, em seus diversos tipos constituem-se em alternativa de manejo integral entre árvores x cultivos x pastagem, tornando-se evidente o caráter multipropósito das lenhosas perenes como geradoras de produtos tangíveis (alimentos, madeira, lenha, forragem), de serviços (sombra, quebra ventos, melhoria da fertilidade dos solos), sócieconômicos (diversificação de renda e mão-de-obra).
Contudo, a introdução do componente florestal na atividade agrícola e pecuária, não deve ser vista apenas como parte do desenho agroflorestal e sim dentro de um programa de desenvolvimento rural e com base em diagnósticos participativos. (Para tal, e em função das mudanças em torno da floresta, é necessário a definição de ações de pesquisa e de capacitação sob um enfoque integral, que contemple não só as ações a nível do subsistema (agrícola, pecuário, florestal) por unidade de área, mas também as relações entre os subsistemas da unidade produtiva, do grupo sócioeconômico e do regional. Assim, é necessário aprofundar o conhecimento das relações do produtor com a floresta no sentido mais amplo; como fonte de matéria prima, como fonte de alimentos, como melhoria de qualidade de vida e de lazer.
Engenheiro-agrônomo, Doutor, Pesquisador em Sistemas Agroflorestais da Embrapa Florestas. lucmont@cnpf.embrapa.br Engenheiro-agrônomo, Doutor, Pesquisador em Sistemas Agroflorestais e Chefe Adjunto de P&D da Embrapa Florestas. medrado@cnpf.embrapa.br
Fonte: Extraído do Portal Ambiental
3 setembro, 2010 - 15:23h
O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) realiza amanhã (3) a palestra intitulada "Radiografia e Modelagem Espacial do Uso da Terra no Brasil & Fragmentos de uma proposta de Novo Código Ambiental", ministrada pelo assessor científico da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE-PR), Arnaldo Carneiro Filho.
A palestra busca expor a real necessidade de abertura de novas áreas destinadas às atividades agropecuárias e que a incorporação de novas tecnologias permite o uso mais eficiente destas terras, inibindo o constante avanço da fronteira agrícola.
Carneiro Filho tem estudado alternativas a um novo código ambiental para o Brasil, que possa efetivamente trazer de volta os ativos florestais perdidos ao longo de décadas e que será esboçado durante a palestra.
Sobre o palestrante: Arnaldo Carneiro Filho é pesquisador possui graduação em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (1982), mestrado em Soil Survey And Remote Sensing Aplications, pelo International Institute For Aerospace Survery And Earth Sciences (1991), doutorado em Paleoecologia no Centre de Recherches Eco Géographiques (2002) e Pós-doutorado na Universidade de Wageningen.
Atualmente é pesquisador do Inpa. Tem experiência na área de Ecologia da Paisagem e Paleoecologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Amazônia, quaternário, paleogeografia, ecologia da paisagem, análise espacial, modelagem e cenários.
Fonte: Portal Dia de Campo
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