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8 setembro, 2010 - 14:42h
Uma nota técnica do Ministério da Saúde confirmou o alto índice de complicações em animais vacinados contra a raiva no Estado de SP.
O material, divulgado a profissionais do setor e obtido pela Folha, diz que o lote n.º 59/10 foi o único usado em São Paulo e Guarulhos, onde os casos de reações adversas se concentram.
Há duas semanas, o ministério disse que não havia problemas com a vacina e que a campanha -suspensa no Estado em 20 de agosto após mortes de sete animais- deveria continuar.
Procurado na segunda-feira (6), não comentou a nota técnica e informou que detalhes serão divulgados nesta semana.
Estudo feito pelas secretarias estadual e municipal de Saúde aponta que o número de complicações em cães e gatos na cidade de São Paulo foi 177 vezes maior em 2010 do que no ano passado.
Em 2009, 53 reações foram registradas, uma incidência de 0,05 casos a cada mil doses. Agora, passou para 2.198 reações, o que representa 8,88 a cada mil. No interior, o índice é de 1,13 a cada mil.
A vacina, produzida pelo laboratório Biovet, está sendo usada pela primeira vez na rede pública.
Uma investigação dos casos deve ser concluída em 15 dias. Até lá, a secretaria estadual decidiu manter a campanha suspensa.
Em todo o Estado, 2.627 animais imunizados tiveram reações adversas associadas, sendo 1.903 gatos, 713 cães e 11 em processo de identificação. Desses, 66 morreram.
Laboratório - O Biovet informou que a qualidade da vacina foi comprovada em testes feitos pelo Laboratório Nacional Agropecuário, ligado ao Ministério da Agricultura, e que está realizando análises internas.
Fonte: Folha.com
25 agosto, 2010 - 21:04h
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25 agosto, 2010 - 15:00h
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16 agosto, 2010 - 14:38h
As queimadas não fazem mal apenas para o ser humano, agravando as doenças respiratórias. O fogo também provoca um grave desequilíbrio ambiental, matando e afugentando animais. Os que sobrevivem e são capturados na região tem um destino certo: o Parque Zoológico Quinzinho de Barros, em Sorocaba.
O chefe do setor de veterinária do zôo, Rodrigo Teixeira, aponta que, em meses de maior incidência de fogo em mato, a população do Quinzinho aumenta em 10%, recebendo cerca de 20 animais por mês. "Queimada é perda de habitat", afirma Rodrigo.
O fogo, aliado a outras intervenções humanas como expansão territorial e construção de rodovias, destrói a mata e atinge a fauna. Em muitos casos, é difícil verificar se o animal foi vítima do fogo. Mas há boas evidências que auxiliam no diagnóstico, como patas queimadas e fuligem nos pelos.
Filhotes e serpentes são vítimas
Os filhotes e as cobras representam o grupo de animais que mais sofrem com as queimadas. Pequenos felinos, como o gato mourisco e os veados catingueiros, comuns na região de Sorocaba, são os principais hóspedes do Quinzinho.
A chegada dos animais desabrigados e muitas vezes feridos ao zoológico é viabilizada de diversas formas. Uma delas é quando invadem casas e são capturados, situação muito comum.
Desde o início da campanha de combate às queimadas "Patrulha Verde", neste ano, houve um aumento no número de casos atendidos. Em janeiro foram sete focos. Em junho, 590 e 415 no mês passado. A maior parte das ocorrências está localizada nas zonas Norte e Leste da cidade.
Fonte: Rede Bom Dia
12 agosto, 2010 - 14:04h
Dois filhotes gêmeos da panda gigante Rauhin nasceram em um parque da província de Wakayama, centro do Japão, dois anos após o nascimento de outras duas crias da mesma mãe, informaram nesta quinta-feira seus tratadores.
Rauhin, de dez anos, deu à luz na quarta-feira um macho de 158 gramas e uma fêmea de 123 gramas, nascidos com 19 minutos de diferença, segundo o site do parque Adventureworld.
Ainda não foram escolhidos os nomes dos filhotes, que chegaram ao mundo quase dois anos depois que Rauhin teve, no mesmo parque, seus primeiros dois gêmeos, Meihin e Eihin.
Nos dois casos a panda gigante foi fertilizada por métodos naturais, segundo os responsáveis pelo parque.
A própria Rauhin nasceu em 2000, também no Adventureworld, na localidade de Shirahama, e se tornou a primeira mamãe panda que veio ao mundo no Japão.


O parque de Wakayama realiza um programa de pesquisa e criação de pandas gigantes com a colaboração do Centro de Pesquisa de Reprodução do Panda Gigante de Chengdu (China).
Com o programa, as autoridades chinesas enviaram a Wakayama, há dez anos, a fêmea Meimei, que teve dez filhotes (entre eles Rauhin) na China e Japão antes de morrer em outubro de 2008 aos 14 anos, o equivalente a 50 anos humanos.
O panda gigante é um dos animais em maior perigo de extinção devido à dificuldade que tem para se reproduzir, um problema causado pela perda de habitat e a pela endogamia.

Cientistas acreditam que cerca de mil de pandas gigantes vivam em liberdade, principalmente nas florestas das províncias chinesas de Sichuan, Shanxi e Gansu, e cerca de 290 estão em cativeiro em todo o mundo.
Os primeiros pandas que viveram no Japão foram Lan Lan e Kang Kang, doados pela China quando os países normalizaram em 1972 suas relações diplomáticas.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com
30 julho, 2010 - 18:24h
A extração de madeira e outros produtos da floresta como óleos, sementes e cipós é uma fonte de renda para ribeirinhos, indígenas, quilombolas e agricultores familiares, mas para que a atividade ganhe impulso, há a necessidade de se adequar e criar normas que regulam o manejo.
Foi com o intuito de buscar formas para facilitar o manejo florestal em unidades de conservação e assentamentos que a Comissão de Gestão de Florestas Públicas (CGFLOP), que reúne 23 integrantes do governo, movimentos sociais, setor privado e organizações da sociedade civil, fez uma reunião extraordinária na quarta-feira (28), em Brasília.
"A sociedade exige hoje que as normas sejam simples, transparentes e menos burocratizadas e que os órgãos sejam capazes de atender às demandas dos comunitários em relação ao manejo florestal", diz o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel. "Os balcões dos órgãos públicos não podem se transformar em barreiras burocráticas que não ajudem a manter a floresta em pé", afirma.
A importância dos assuntos em discussão se refletiu no número de participantes, cerca de 50 pessoas, o dobro da quantidade média de integrantes e ouvintes presentes. "Esta reunião foi um ponto de referência para consolidarmos políticas públicas eficazes para a implantação do manejo florestal comunitário", diz Hummel.
Entre as questões que requerem debate estão as parcerias entre agricultores familiares da reforma agrária e empresas voltadas à extração de produtos madeireiros dentro de assentamentos, e as regras sobre o uso das unidades de conservação, a exemplo de reservas extrativistas, florestas nacionais e reservas de desenvolvimento sustentável por essas comunidades.
Os dois temas serão objeto de encaminhamentos da CGFLOP aos órgãos que tratam diretamente do assunto. "A revisão [da Instrução Normativa que trata de manejo em assentamentos] é extremamente necessária e oportuna e pode gerar um instrumento mais qualificado para lidar com um processo extremamente delicado", diz o representante do Grupo de Trabalho Amazônico e do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e para o Desenvolvimento, Rubens Gomes.
Médio Juruá - O manejo florestal bem estruturado é capaz de dar outra perspectiva a comunidades na Amazônia. Os moradores da Reserva Extrativista do Médio Juruá, no Amazonas, produzem óleo de copaíba, borracha e farinha de mandioca dentro da unidade de conservação, e os vendem diretamente para os clientes, sem atravessadores, o que melhorou as condições da comunidade.
O fato de estar dentro de unidade de conservação e de cuidar do próprio negócio fez a diferença para quem conheceu outra realidade na extração de borracha. "O sistema que a gente vivia era de escravidão, ninguém tinha a corrente no pé, mas ela estava de forma invisível", diz o presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, Manoel Silva da Cunha. "A gente não podia avançar no processo produtivo porque você era limitado a produzir aquilo e vender para aquela pessoa, que pagava o preço que queria."
Cunha diz que hoje a situação é diferente. "A gente só conseguiu melhorar a qualidade de vida a partir desse espaço da gestão e do empoderamento no processo da cadeia produtiva", diz.
Fonte: MMA
21 julho, 2010 - 14:22h
Os grupos frigoríficos JBS e Marfrig suspenderam juntos relações comerciais com mais de 200 fornecedores de gado que atuam com alguma irregularidade, social ou ambiental, no Bioma Amazônico, informaram as empresas nesta terça-feira.
O JBS, maior produtor de carne bovina do mundo, e o Marfrig, o segundo do Brasil e também um dos maiores participantes no mercado global de carnes, tomaram a decisão após detectarem via satélite que parte de seus fornecedores atuava em áreas de preservação, indígena ou próximas de desmatamentos.
Seguindo um acordo feito com representantes da sociedade civil, entre elas o Greenpeace, o Marfrig suspendeu 170 fornecedores de sua lista de mais de 2 mil que atuam em Mato Grosso e Rondônia. Já o JBS cortou de seu cadastro 31 pecuaristas, colocando ainda 1.491 em situação de "alerta", enquanto verifica a condição desses criadores de gado nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Acre.
'Com isso, garantimos 100% de controle sobre a carne abatida no Bioma Amazônico', disse à Reuters Ocimar Villela, diretor de Sustentabilidade do Marfrig, cuja produção na região responde por 7% do total da companhia.
'Os trabalhos de coleta das coordenadas dos currais de embarque de bovinos para abate passou a fazer parte do processo de aquisição de matéria prima da JBS, tornando o procedimento obrigatório em todas as unidades do grupo", acrescentou Marco Bortolon, presidente da Divisão de Carnes Mercosul, do JBS, lembrando que 100% das 9.813 propriedades fornecedoras ao frigorífico na região estão monitoradas por satélites.
O cerco aos pecuaristas que atuam na ilegalidade tende a se intensificar ainda mais. Seguindo um acordo firmado com o Ministério Público do Pará, o representante do Marfrig afirmou que a companhia, a partir de 13 de novembro, só comprará gado de quem tiver o CAR (Cadastro Ambiental Rural) regularizado.
O avanço da pecuária é tido por especialistas e pelo Ministério do Meio Ambiente como um dos principais responsáveis pelo desmatamento da Amazônia.
Frigoríficos têm sido pressionados no país e no exterior para adotarem práticas sustentáveis de produção no Bioma Amazônico, que se estende por cerca de 50% do território brasileiro.
O Ministério da Agricultura lançou no ano passado um programa para monitorar fazendas de gado do Pará –importante criador de gado e um dos Estados que mais desmatam ao lado do Mato Grosso– com o objetivo de coibir desflorestamentos decorrentes do avanço da criação de bois. E o Ministério do Meio Ambiente tem intensificado a fiscalização na área.
Fonte: Folha.com
20 julho, 2010 - 15:24h
Uma pesquisa apresentada na manhã de hoje (20) pela Universidade Federal Fluminense (UFF) revelou que o barbatimão, uma planta medicinal da biodiversidade brasileira, pode neutralizar o veneno da cobra surucucu. A descoberta dessa propriedade do barbatimão pode significar um antídoto quase 50% mais barato do que o soro antiofídico usado atualmente.
De acordo com o orientador do estudo, o biomédico e professor do Instituto de Biologia da UFF André Lopes Fuly, a surucucu “é uma serpente que, apesar de registrar número de acidentes no Brasil pequeno [2% do total de mais de 49 mil casos registrados entre 2001 a 2006 pelo Ministério da Saúde], quando comparada com jararaca, responsável por 90% dos ataques, o índice de letalidade dela é bastante expressivo, três vezes mais letal que o da jararaca”.
Fuly destacou ainda que o baixo número de acidentes também compromete a produção do soro para o veneno da surucucu. Para o biomédico, a escassez de pesquisas é apenas um dos aspectos que justificam a busca por alternativas antiofídicas.
“O soro é produzido por três laboratórios públicos no Brasil [Instituto Vital Brazil, em Niterói; Instituto Butantan, em São Paulo, e Fundação Ezequiel Dias, de Belo Horizonte] e tem vantagens e desvantagens, como qualquer outro tratamento. A vantagem é que, apesar do índice elevado de acidentes [com cobras], o número de óbitos é baixo. Mas as desvantagens são importantes, como as reações alérgicas dos pacientes [de 30% a 40% dos casos], que podem evoluir para o óbito, o processo de produção e logística de transportes é caro e, ainda, o soro não reverte os efeitos do veneno com 100% de eficácia”, explicou Fuly.
A tese desenvolvida pelo pesquisador Rafael Cisne de Paula, sob a orientação do biomédico, revelou ainda que o barbatimão, já reconhecido pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) como medicamento fitoterápico com propriedades cicatrizantes e antidiarreicas, foi eficiente também na inibição do veneno da surucucu, mesmo depois de submetida ao aquecimento de 80 graus Celsius (°C).
“Dez gramas [da planta] podem ser compradas, na internet, por R$ 10. Dez gramas é uma quantidade razoável para fazer o chá e guardar, já que [o chá] não requer tantos cuidados como o soro para armazenamento. Isso já reduz muito o custo da logística e da produção”, explicou o orientador do estudo.
*Agência Brasil
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br
19 julho, 2010 - 09:25h
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Projeto de bibliotecas virtuais propõe participação do público universitário na edição de conteúdos
No dia 12 de agosto, o Instituto de Ciências Agrárias (ICA), campus regional de Montes Claros, receberá professores de escolas estaduais e municipais de Montes Claros e região para a aula inaugural de um curso gratuito de capacitação na área ambiental. Depois desse primeiro encontro, os demais módulos do curso serão oferecidos a distância, até o encontro final no Parque Estadual da Lapa Grande, em Montes Claros, onde os professores poderão aplicar o que aprenderem ao longo do curso.
A realização desse curso marcará o início da segunda fase de um projeto de extensão que vem sendo desenvolvido desde 2009 no ICA: o Bibliotecas Virtuais. Parte do programa Universidade Solidária, esse projeto mantém sites como o www.edubrasil.com.br, por meio do qual será oferecido o curso a distância. Como o próprio nome sugere, o objetivo principal do projeto é manter uma biblioteca atualizada para consulta online de trabalhos científicos e técnicos nas mais diversas áreas de conhecimento, além de fotos e espaço para troca de informações entre editores e o público.
Também integram o projeto os sites Ambiente em Foco, com temas relacionados ao meio ambiente de maneira geral, políticas públicas e outros temas atuais; Fauna Brasil, com informações sobre comportamento e bem-estar de animais silvestres e exóticos, e Zootecnia Brasil, na mesma linha, porém sobre animais domésticos; Brasil Atual, sobre agronegócio, economia, saúde humana e política; e Planeta Online, criado para atender outras áreas de conhecimento não atendidas pelas demais páginas.
Ampliar interação No entanto, a proposta de multiplicar o número de editores de conteúdo dos sites e, consequentemente, a interação entre eles, ainda não corresponde ao esperado: praticamente todo o conteúdo é atualizado pelo professor Délcio, que conta com o auxílio de três estudantes do ICA, sendo um bolsista e dois voluntários.
Segundo ele, são necessárias cerca de três horas diárias, de segunda a sexta, e seis horas aos sábados e aos domingos para manter os sites minimamente atualizados. As páginas recebem contribuições, ainda, de um voluntário da Universidade Federal de Viçosa (UFV), um da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e, mais recentemente, outro da Universidade Federal de Lavras (Ufla).
Mesmo que a participação do público na edição dos conteúdos ainda não seja satisfatória, o coordenador do projeto comemora o número de acessos dos sites ligados ao Bibliotecas Virtuais. No último mês de março, eles totalizaram cerca de 980 mil visitas, de internautas de mais de 40 países. Estados Unidos, Portugal, Angola, Moçambique, Itália, França, Alemanha, Rússia, Chile, Peru, Venezuela, México, China, Guatemala, Suíça, Japão e Austrália são alguns dos países que acessam os sites, o que representa 30% de suas visitas.
“O número de acessos só não é maior porque ainda não temos condição de atender todas as demandas do público em potencial, em termos de informação”, avalia Délcio. Segundo ele, para que os sites chegassem a um nível adequado de atualização seriam necessárias pelo menos cinco pessoas trabalhando diariamente em cada um deles.

(Assessoria de Comunicação do ICA)
Segundo o coordenador do Bibliotecas Virtuais, professor Délcio César Cordeiro Rocha [foto], a ideia é que os conteúdos sejam postados e atualizados por grupos de estudos das diversas universidades brasileiras, por meio de login e senha próprios. Assim, além de trabalhos científicos e técnicos, cada grupo pode divulgar eventos e outras informações de interesse nos sites. Para conseguir o login e a senha, os interessados devem entrar em contato com o professor Délcio pelo e-mail universidadesolidaria@yahoo.com.br. “Preciso saber qual o tipo de informação a pessoa pretende postar para direcioná-la ao site mais adequado entre os disponíveis”, explica.
Por: Juliana Paiva
Fonte: UFMG
www.universidadesolidaria.com.br
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2 julho, 2010 - 15:29h
Algumas pessoas se contentam com um gato ou um cachorro. Alguns já preferem algo diferente, como uma cobra ou uma aranha. Contudo, tem gente que acha isso pouco e quer um animal selvagem ao seu lado. Tigre, urso, crocodilo, morcego e até hipopótamo acabaram se acostumando com a convivência humana e viraram parceiros de algumas pessoas. Conheça alguns dos mais incomuns pets do planeta.
O urso Brutus
O naturalista Casey Anderson adotou, quando ainda era um filhote, um urso pardo. O animal cresceu e passou dos 300 kg. A fera ganhou um nome adequado: Brutus. Segundo o Daily Mail, os dois são inseparáveis, tanto que Brutus foi padrinho do casamento de Anderson com a atriz Missi Pyle.
Hipopótamo Jéssica
Jéssica, o animal de estimação do casal Tonie e Shirley Joubert, da África do Sul, tem seu colchão próprio, sabe abrir a porta da casa e cochila com a cabeça encostada no colo da dona enquanto recebe carícias. Seria até um caso bem comum, não fosse o fato de Jéssica ser um hipopótamo e já ter quebrado algumas camas do casal ao tentar acomodar suas toneladas para dormir.
Morcegos
Quem vê, até pensa que são bonitinhos (confira imagens na aba "fotos" acima), mas se tratam de 500 morcegos resgatados e cuidados pela australiana Trish Wimberley, em Gold Coast, no Estado de Queensland. A mulher possui há 20 anos uma clínica para cuidar dos animais que, geralmente, são encontrados feridas visíveis, pneumonia, infecção nos rins ou membros fraturados. Segundo a BBC, na clínica na sua casa, os filhotes encontrados desamparados ou machucados geralmente ficam por 12 meses.
Os recém-nascidos ficam algumas semanas em incubadoras. Lá eles são alimentados como bebês humanos com mamadeiras. Apesar disso, Trish explica que alguns animais, com problemas mais sérios, acabam ficando no local, como uma fêmea, que há 14 anos foi adotada pela clínica por não poder voar. "Diferente de outros animais, eles imediatamente sabem se você os está ajudando ou se é um predador. São criaturas muito inteligentes. Quem não gosta de morcegos não sabe o suficiente sobre eles", disse Trish à agência.
Tigres de Sumatra
Não se trata de um caso específico, mas de uma controversa medida tomada pelo governo da Indonésia, que autorizou a adoção de tigres de Sumatra para criação em cativeiro particular. A iniciativa visa salvar a espécie, que corre sério risco de extinção. Contudo, quem quiser ter o maior felino como animal de estimação, deve seguir rígidas regras do governo que exige, por exemplo, que o animal continue pertencendo oficialmente ao Estado.
O governo ainda exige o pagamento de aproximadamente US$ 100 mil e a reserva de um espaço mínimo de 60 m². Entidades, como o Greenpeace, criticaram a medida e disseram que o correto seria salvar a selva onde os animais vivem, e não preservá-los em cativeiro.
Crocodilo
A relação do costarriquenho Chito com o crocodilo gigante Pocho começou na verdade com uma briga (veja imagens na aba "vídeo"). O homem havia dado um tiro no olho do animal, mas se arrependeu e decidi salvá-lo. Após cuidar com remédios do réptil, o agricultor afirma que desenvolveu uma amizade com o animal que já dura mais de 20 anos. Hoje, os dois se apresentam para turistas enquanto brincam nas águas de um rio.
Fonte: Portal Terra
16 novembro, 2009 - 07:34h
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27 outubro, 2009 - 21:00h
Ele tentava entrar ilegalmente no país com os animais, diz alfândega.
Agentes suspeitaram dele ao achar uma tarântula em sua mala.
Foto divulgada pela alfândega da Noruega nesta segunda-feira (26) mostra lagartixas apreendidas no aeroporto de Oslo. (Foto: AFP)
As autoridades prenderam um homem que tentou importar ilegalmente 14 serpentes e 10 lagartixas amarradas em seu próprio corpo. (Foto: AFP)
Ele foi desmascarado durante uma revista corporal, depois que os policiais acharam uma tarântula em suas malas. (Foto: AFP)
Fonte: G1.
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