Recuperação de pastagens garante renda e redução dos gases de efeito estufa
Enviar comentário 25 agosto, 2010 - 21:01h
Vacas são clonadas a partir de células de animais mortos
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Vacas são clonadas a partir de células de animais mortos
Enviar comentário 25 agosto, 2010 - 15:00h
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Projetos voltados à sustentabilidade agropecuária receberão investimentos de mais de R$ 51 milhões
Centro de Capacitação vai impulsionar a agricultura familiar no Rio Grande do Norte
Cadeia produtiva do mel planeja expansão de mercado
Ações conjuntas entre Brasil e África podem melhorar pastagens africanas
IMA realiza novos estudos sorológicos sobre a febre aftosa em Minas
Até onde vai o boi
Conjuntos mostram técnica refinada em etapa do Paulista de Adestramento do Lusitano
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Infecção nos cascos gera prejuízos e pode contaminar todo o rebanho
Para Secretaria da Saúde, volta da raiva animal está descartada
Governo restringe pontos de entrada e saída de animais vivos no Brasil
Santa Catarina é o estado líder na produção pesqueira no Brasil, indica relatório
Setor apícola define atuação para os próximos cinco anos
Seca e expansão rural são responsáveis por aumento de queimadas, diz especialista
Programa para preservar matrizes bovinas pode ser implantado no país
Otimismo na volta da suinocultura
Agronegócio: preço do leite permanece em r$ 0,60 l no RS
Carnes: angus apoia manutenção de vacinação contra a aftosa no RS
Zootecnista tem grande importância no segmento de fabricação de rações e suplementos para animais
Produção de pescado aumenta 25% nos últimos oito anos
Enviar comentário 24 julho, 2010 - 16:13h
JBS, Marfrig e Minerva, os três maiores frigoríficos do Brasil, anunciaram que suspenderam suas compras de bovinos de 211 fazendas localizadas no bioma amazônico. Segundo as empresas, tais propriedades estão localizadas dentro de terras indígenas e unidades de conservação ou próximas a áreas recém-desmatadas.
A decisão é a primeira etapa do compromisso assumido em outubro de 2009 pelos grupos com representantes da sociedade civil, entre eles o Greenpeace, e órgãos governamentais, como os Ministérios Públicos Federais do Pará e de Mato Grosso. Nesta fase, as empresas líderes do setor de pecuária se comprometeram a cadastrar e mapear todas as propriedades de seus fornecedores diretos. Dessa forma, garantem não adquirir gado proveniente de áreas recém-desmatadas da Amazônia, de reservas indígenas ou de áreas protegidas.
Segundo os frigoríficos, além das fazendas já embargadas, outras 1.787 estão sendo analisadas, para se determinar se não estão localizadas num raio de até 10 quilômetros de áreas desmatadas ou protegidas por lei. As empresas também declararam ter o ponto georeferenciado de mais de 12.500 fazendas, o que representa 100% da cadeia de fornecedores diretos dos grupos na região amazônica. Para organizar os dados do georreferenciamento das propriedades, é necessário que cada fazenda tenha um Cadastro Ambiental Rural (CAR), que possibilita uma identificação precisa dos fornecedores de carne bovina. O grupo Marfrig, inclusive, afirmou que, a partir de 13 de novembro, só comprará gado de fazendas que estejam com o CAR regularizado.
Apesar desse primeiro passo das grandes companhias, ainda há muito a ser feito. No Mato Grosso, por exemplo, estado com o maior rebanho bovino do Brasil, menos de 5% das fazendas estão cadastradas no sistema de licenciamento ambiental do governo estadual. No Pará, o número de propriedades cadastradas subiu de 300 para 19 mil em menos de um ano, mas essa quantidade ainda representa apenas 9% do total de fazendas paraenses.
Além disso, JBS, Marfrig e Minerva responderiam por 36% do abate na Amazônia Legal em 2009, de acordo com o Greenpeace. O restante teria sido proveniente de frigoríficos de médio e grande porte, que não necessariamente assumiram um compromisso com o desmatamento zero na região.
Enviar comentário 21 julho, 2010 - 14:22h
Os grupos frigoríficos JBS e Marfrig suspenderam juntos relações comerciais com mais de 200 fornecedores de gado que atuam com alguma irregularidade, social ou ambiental, no Bioma Amazônico, informaram as empresas nesta terça-feira.
O JBS, maior produtor de carne bovina do mundo, e o Marfrig, o segundo do Brasil e também um dos maiores participantes no mercado global de carnes, tomaram a decisão após detectarem via satélite que parte de seus fornecedores atuava em áreas de preservação, indígena ou próximas de desmatamentos.
Seguindo um acordo feito com representantes da sociedade civil, entre elas o Greenpeace, o Marfrig suspendeu 170 fornecedores de sua lista de mais de 2 mil que atuam em Mato Grosso e Rondônia. Já o JBS cortou de seu cadastro 31 pecuaristas, colocando ainda 1.491 em situação de "alerta", enquanto verifica a condição desses criadores de gado nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Acre.
'Com isso, garantimos 100% de controle sobre a carne abatida no Bioma Amazônico', disse à Reuters Ocimar Villela, diretor de Sustentabilidade do Marfrig, cuja produção na região responde por 7% do total da companhia.
'Os trabalhos de coleta das coordenadas dos currais de embarque de bovinos para abate passou a fazer parte do processo de aquisição de matéria prima da JBS, tornando o procedimento obrigatório em todas as unidades do grupo", acrescentou Marco Bortolon, presidente da Divisão de Carnes Mercosul, do JBS, lembrando que 100% das 9.813 propriedades fornecedoras ao frigorífico na região estão monitoradas por satélites.
O cerco aos pecuaristas que atuam na ilegalidade tende a se intensificar ainda mais. Seguindo um acordo firmado com o Ministério Público do Pará, o representante do Marfrig afirmou que a companhia, a partir de 13 de novembro, só comprará gado de quem tiver o CAR (Cadastro Ambiental Rural) regularizado.
O avanço da pecuária é tido por especialistas e pelo Ministério do Meio Ambiente como um dos principais responsáveis pelo desmatamento da Amazônia.
Frigoríficos têm sido pressionados no país e no exterior para adotarem práticas sustentáveis de produção no Bioma Amazônico, que se estende por cerca de 50% do território brasileiro.
O Ministério da Agricultura lançou no ano passado um programa para monitorar fazendas de gado do Pará –importante criador de gado e um dos Estados que mais desmatam ao lado do Mato Grosso– com o objetivo de coibir desflorestamentos decorrentes do avanço da criação de bois. E o Ministério do Meio Ambiente tem intensificado a fiscalização na área.
Enviar comentário 9 julho, 2010 - 13:40h
Cientistas da universidade de Liverpool, na Inglaterra, estão fazendo testes para medir a quantidade de gás metano que as vacas soltam pela boca como resultado de seu processo de digestão.
Os testes fazem parte de um projeto de pesquisa que procura estabelecer quanto metano as vacas produzem de acordo com diferentes dietas e sistemas de pecuária.
Dessa forma, os cientistas esperam entender como se pode reduzir a produção pelo gado do gás, um dos principais responsáveis pelo efeito estufa.
O repórter da BBC Richard Westcott conversou com Rob Smith, da universidade de Liverpool sobre o aparelho que está sendo usado para medir o metano.
Fonte: Portal Terra
Enviar comentário 16 novembro, 2009 - 07:34h
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Enviar comentário 26 outubro, 2009 - 08:14h
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Enviar comentário 8 outubro, 2009 - 10:36h
A ética e a legislação relacionadas ao bem-estar animal serão temas de uma mesa-redonda que acontece no dia 09 de outubro, sexta-feira, de 8:00hs às 11:00hs, no auditório do Bloco C do ICA.
O evento será realizado por ocasião da Semana Mundial dos Animais. Para abrir as discussões, Dra Lenísia de Fátima Barbosa Amaral, assessora jurídica do Instituto Vida Animal (IVA), ONG de Montes Claros, vai apresentar as recentes mudanças na legislação européia que versa sobre o bem-estar animal. “Precisamos conhecer as novas exigências deles em relação à criação animal, para que a produção brasileira tenha mercado lá”, justifica o professor do curso de Zootecnia do ICA Délcio César Cordeiro Rocha. Segundo ele, visando ao mercado europeu, adaptações serão necessárias, como algumas que já estão sendo realizadas aqui em função de exigências anteriores feitas pela legislação européia. “A avicultura industrial tem até o ano de 2012 para adequar o espaço das gaiolas e o número de aves por gaiola segundo o que eles exigem”, exemplifica Délcio.
Também farão parte da mesa-redonda a zootecnista Jane Danielle Nogueira Lima, integrante do IVA, e o acadêmico de Zootecnia Yuri de Gennaro Jaruche. O evento é promovido pelo Grupo de Estudo em Etologia e Bem-Estar Animal (Gebea), Grupo de Estudo em Animais Silvestres (GAS) e IVA.
A participação é aberta a toda a comunidade. As inscrições devem ser feitas no local do evento, minutos antes do início. Os interessados em obter o certificado de participação devem pagar uma taxa de R$ 5. Mais informações com o professor Délcio Rocha, pelos telefones (38) 2101-7731 e (38) 8814-5516 ou pelo e-mail delcio.ufmg@yahoo.com.br
Fonte: ICA/UFMG
Enviar comentário 6 maio, 2009 - 13:14h
Alunos de medicina veterinária fizeram o trabalho em Marechal Deodoro.
Animais devem passar por reavaliação em um prazo de 30 a 60 dias.
Estudantes do curso de Medicina Veterinária de uma faculdade particular em Maceió promoveram uma vacinação coletiva contra a raiva em cerca de 60 equinos e bovinos, nesta quarta-feira (6). A atividade ocorreu em comunidades do entorno do município de Marechal Deodoro (AL). Os animais serão reavaliados em um prazo de 30 a 60 dias.
A ação teve início após a realização de uma série de exames nos animais sob suspeita da doença e a solicitação foi feita pela Secretaria de Saúde do município.
Além de paralisia e demência, há evidências de ferimentos causados por morcegos hematófagos, nos cavalos e bois da região. Até então, nove animais morreram.
Fonte: Portal G1
Enviar comentário 9 fevereiro, 2009 - 07:09h
Um desses co-produtos é a torta de mamona. Usada atualmente no Brasil apenas como adubo orgânico em hortas e jardins, a torta de mamona, devido ao seu valor protéico, pode substituir a torta de soja como alimento animal, significando barateamento de custos para o produtor rural e os fabricantes de rações.
A torta de mamona tem 40% de proteínas, o que corresponde ao valor da torta de soja usada na alimentação de animais e na preparação de rações.
Para isso, porém, ela precisa ser desintoxicada, isto é, necessita ter retiradas as substâncias tóxicas e alergênicas presentes nas sementes da mamona. Essas substâncias podem gerar quadros de conjuntivite, dermatite, faringite e bronquite em pessoas não protegidas. Além disso, elevados teores em rações podem causar a morte dos animais.
A Embrapa Agroindústria de Alimentos já conseguiu desativar os agentes da torta da mamona considerados como tóxicos. Em paralelo, a Embrapa Caprinos, situada em Sobral (CE), está realizando os testes no campo, utilizando esse ingrediente já desintoxicado na alimentação animal.
Segundo informou à Agência Brasil o coordenador da pesquisa na Embrapa Agroindústria de Alimentos, José Luis Ascheri, a expectativa é que no segundo semestre deste ano o co-produto do biodiesel possa entrar em fase de industrialização, visando sua comercialização no mercado de rações animais.
"A indústria que trabalha com a exploração da mamona vai ter sempre torta sobrando a preço baixíssimo. E, a partir da pesquisa, os empresários vão investir em um sistema de extrusão que resultará em um produto com valor agregado", disse.
Outro co-produto do biodiesel que está sendo estudado é o glicerol, ou glicerina, "para se encontrar formas de purificar e, depois, ser colocado no mercado a preços mais competitivos, já que é um ingrediente que está sendo descartado do processo de extração do biodiesel", revelou o pesquisador. O glicerol pode ser usado na indústria farmacêutica e na fabricação de sabonetes.
O projeto de utilização da torta de mamona na alimentação animal será apresentado pela Embrapa Agroindústria de Alimentos no Show Rural Coopavel, que será aberto nesta segunda-feira (9), em Cascavel (PR). O evento reunirá, até o dia 13 deste mês, produtores e técnicos para discutir inovações na agricultura familiar.
Por: Alana Gandra
Fonte: Agência Brasil
Enviar comentário 28 novembro, 2008 - 07:03h
A pesquisa detectou queda do total de cabeças de gado em 2007 de 3% no Brasil e 5% na Amazônia. Apesar da diminuição, o IBGE lembra que, na comparação dos últimos dez anos (2007-1997), registrou-se um crescimento de 78% na quantidade de cabeças de gado na região, com destaque para o sul do Pará, o norte de Mato Grosso e Rondônia.
Segundo o instituto, a queda de 5% do rebanho na Amazônia não ocorreu devido à preocupação ambiental, mas à "descapitalização dos produtores em 2006, o que levou a desinvestimentos no ano seguinte".
De acordo com o IBGE, o rebanho bovino brasileiro tem se deslocado em direção ao norte do país, "em parte devido à disputa por área com as lavouras de cana, soja e milho no Centro-Sul. Entretanto, houve uma redução do ritmo de crescimento do rebanho bovino na região, de 46% de 1997 a 2002 para 22% no período de 2002 a 2007".
A pesquisa detectou o maior efetivo bovino no Mato Grosso, que possui 12,9% de todo o rebanho nacional. Entre as dez cidades que possuem a maior quantidade de cabeças de gado do país, quatro delas se localizam na Amazônia Legal e três estão na listas dos 36 municípios que mais desmatam a Amazônia: São Félix do Xingu (PA), Juara (MT) e Alta Floresta (MT).
São Félix do Xingu, que tem o segundo maior rebanho do Brasil, é também a cidade que mais devastou a Amazônia este ano, e aparece como "município crítico" em relação ao desmatamento no boletim Transparência Florestal, produzido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia.
Fonte: Amazônia.org
Enviar comentário 24 novembro, 2008 - 08:44h
Serão apresentados e discutidos aspectos como a concepção dos animais enquanto seres sencientes, ou seja, passíveis de sofrimento físico ou psíquico, a presença deles em circos e a relação das religiões com o abate de espécies.
Vão participar da mesa-redonda professores e alunos do ICA ligados ao Grupo de Etologia e Bem-Estar Animal e integrantes do Instituto Vida Animal, ONG que está em fase inicial de atividades em Montes Claros e conta com uma equipe muldisciplinar, incluindo pessoas ligadas à UFMG.
As inscrições custam R$ 5 e poderão ser feitas no Centro de Extensão (Cenex) do ICA ou no dia e local do evento. A mesa-redonda será no auditório do Bloco C. O campus regional da UFMG em Montes Claros fica na avenida Universitária, 1.000, Bairro Universitário. Mais informações pelos telefones (38) 2101-7702 e 2101-7731 ou pelo e-mail delcio.ufmg@yahoo.com.br.
Fonte: UFMG
Enviar comentário 21 novembro, 2008 - 07:41h
O workshop Sistemas Pecuários Sustentáveis em Áreas Alteradas da Amazônia começa nesta terça-feira (18) e segue até o próximo dia 21, na sede da Embrapa Acre. Durante o encontro, será apresentado projeto que propõe alternativas para tornar a atividade pecuária mais sustentável e produtiva. Ele foi desenvolvido em rede pelas unidades de pesquisa da Região Norte,
Entre os principais resultados do projeto está o desenvolvimento de novas variedades de gramíneas e a definição de coeficientes técnicos para os diferentes sistemas pecuários da região. Além disso, a pesquisa identificou os impactos econômicos, sociais e ambientais desses sistemas.
Para o pesquisador Carlos Maurício Andrade, coordenador do workshop, o desenvolvimento de um sistema de produção de sementes de amendoim forrageiro viabilizará, com menor custo, a oferta da tecnologia ao mercado consumidor. Além de ser mais atraente aos produtores, vai contribuir para o aumento da produtividade dos rebanhos e recuperação de pastagens degradadas na região.
Por: Embrapa
Fonte: MAPA
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