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25 agosto, 2010 - 15:00h
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Centro de Capacitação vai impulsionar a agricultura familiar no Rio Grande do Norte
Cadeia produtiva do mel planeja expansão de mercado
Ações conjuntas entre Brasil e África podem melhorar pastagens africanas
IMA realiza novos estudos sorológicos sobre a febre aftosa em Minas
Até onde vai o boi
Conjuntos mostram técnica refinada em etapa do Paulista de Adestramento do Lusitano
Produção agropecuária brasileira será a mais qualificada na próxima década
Infecção nos cascos gera prejuízos e pode contaminar todo o rebanho
Para Secretaria da Saúde, volta da raiva animal está descartada
Governo restringe pontos de entrada e saída de animais vivos no Brasil
Santa Catarina é o estado líder na produção pesqueira no Brasil, indica relatório
Setor apícola define atuação para os próximos cinco anos
Seca e expansão rural são responsáveis por aumento de queimadas, diz especialista
Programa para preservar matrizes bovinas pode ser implantado no país
Otimismo na volta da suinocultura
Agronegócio: preço do leite permanece em r$ 0,60 l no RS
Carnes: angus apoia manutenção de vacinação contra a aftosa no RS
Zootecnista tem grande importância no segmento de fabricação de rações e suplementos para animais
Produção de pescado aumenta 25% nos últimos oito anos
27 julho, 2010 - 11:03h
Como no inverno e início de primavera os apicultores catarinenses perdem em média de 15 a 30 por cento das suas colméias
Como no inverno e inicio de primavera os apicultores catarinenses perdem em média de 15 a 30 por cento das suas colméias, o chefe da Epagri/Cidade das Abelhas, Walter Miguel e o extensionista Ivanir Cella oferecem receitas e outras orientações aos apicultores.
A fome e frio dentro da colméia são as principais causas da mortalidade das abelhas e, para se defender do frio, a abelha consome mel e a reserva acaba rapidamente. Por se agruparem , as abelhas formam um bolo em torno das crias, facilitando a entrada de inimigos.
Nesse sentido são importantes alguns cuidados para manter a temperatura dentro da colméia como não instalar apiários em locais altos e descampados, evitar exposição ao vento sul no alvado, reduzir a entrada do alvado para 5 centímetros, expor as colméias ao sol e vedar as frestas das caixas. “Faça uso de entretampa horizontal ou lona e de entretampa vertical ou lona, com objetivo de diminuir os espaços vazios dentro da colméia”, reforça Walter.
Com relação à alimentação para as abelhas, segue uma receita para ser oferecida no inverno, visando a manutenção dos enxames. Os ingredientes são: 1 litro de água e 2 quilos de açúcar branco.
Modo de preparar: Despeje a água e o açúcar em uma panela, mexa com pá de madeira até aquecer o xarope a ponto de água de chimarrão, sem deixar ferver. Se preferir, pode adicionar 10 ml de suco de limão para cada litro do xarope. Sirva o xarope às abelhas, de meio a um litro uma ou duas vezes por semana, sempre que as reservas de mel dentro da colméia estiverem baixas. Este é o xarope energético.
Para estimular a produção, um outro xarope deve ser fornecido, em alimentadores individuais ou coletivos, quarenta ou sessenta dias antes da florada da primavera. A receita é misturar um litro de água a um quilo de açúcar, podendo-se adicionar 10ml de suco de limão. Deve-se fornecer às abelhas uma ou duas vezes por semana. “O objetivo do fornecimento da alimentação estimulante é fazer com que a rainha inicie a postura 40 a 60 dias antes da florada de primavera, para que se tenha boa quantidade de campeiras já no inicio das grandes floradas”, explica Ivanir.
Outros procedimentos, como o fornecimento de proteína de soja texturizada ou farinha de soja bem fina, Forneça também, 150 gramas por semana, de proteína de soja texturizada ou farinha de soja bem fina, também estimulam a postura, evitando a mortalidade das larvas e das melhores famílias, o que, geralmente, acontece na saída do inverno e na primavera quando ocorrem dias seguidos de chuva e frio.
Mais informações: Walter Miguel/Chefe da Epagri/Cidade das Abelhas e/ou Extensionista Ivanir Cella, no telefone: (48 – 3331-3900), e-mails: wmiguel@epagri.sc.gov.br e ivanir@epagri.sc.gov.br
Fonte: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=22304&secao=Not%EDcias
8 outubro, 2009 - 10:36h
A ética e a legislação relacionadas ao bem-estar animal serão temas de uma mesa-redonda que acontece no dia 09 de outubro, sexta-feira, de 8:00hs às 11:00hs, no auditório do Bloco C do ICA.
O evento será realizado por ocasião da Semana Mundial dos Animais. Para abrir as discussões, Dra Lenísia de Fátima Barbosa Amaral, assessora jurídica do Instituto Vida Animal (IVA), ONG de Montes Claros, vai apresentar as recentes mudanças na legislação européia que versa sobre o bem-estar animal. “Precisamos conhecer as novas exigências deles em relação à criação animal, para que a produção brasileira tenha mercado lá”, justifica o professor do curso de Zootecnia do ICA Délcio César Cordeiro Rocha. Segundo ele, visando ao mercado europeu, adaptações serão necessárias, como algumas que já estão sendo realizadas aqui em função de exigências anteriores feitas pela legislação européia. “A avicultura industrial tem até o ano de 2012 para adequar o espaço das gaiolas e o número de aves por gaiola segundo o que eles exigem”, exemplifica Délcio.
Também farão parte da mesa-redonda a zootecnista Jane Danielle Nogueira Lima, integrante do IVA, e o acadêmico de Zootecnia Yuri de Gennaro Jaruche. O evento é promovido pelo Grupo de Estudo em Etologia e Bem-Estar Animal (Gebea), Grupo de Estudo em Animais Silvestres (GAS) e IVA.
A participação é aberta a toda a comunidade. As inscrições devem ser feitas no local do evento, minutos antes do início. Os interessados em obter o certificado de participação devem pagar uma taxa de R$ 5. Mais informações com o professor Délcio Rocha, pelos telefones (38) 2101-7731 e (38) 8814-5516 ou pelo e-mail delcio.ufmg@yahoo.com.br
Fonte: ICA/UFMG
1 novembro, 2008 - 11:41h
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23 agosto, 2008 - 11:53h
Rico em nutrientes, o mel encontrado no mercado só é seguro quando acompanhado pela certificação do Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou da fiscalização estadual ou municipal. “Mel, leite, carne, pescado e ovos são exemplos de produtos de origem animal sujeitos a fiscalização e certificação oficial que validam as condições industriais, higiênicas e sanitárias, antes de serem disponibilizados ao consumidor”, garante o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa), Inácio Kroetz.
A preocupação com a saúde dos consumidores de mel levou a SDA a inserir no novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (Riispoa) a determinação de constar, nos rótulos do mel, recomendação para que o produto não seja oferecido a crianças menores de um ano.
As novas regras estão em consulta pública desde julho e a decisão para o mel visa prevenir o botulismo intestinal infantil, doença desenvolvida devido à formação incipiente da flora do intestino de crianças nessa faixa etária. O problema é causado pela presença de esporos da bactéria Clostridium botulinum, que são comuns no meio ambiente e podem contaminar o mel por meio do ar, do néctar, do pólen e da própria abelha, não sendo eliminados durante o processamento. Em adultos que não apresentam problemas intestinais, a ingestão desses esporos no mel com a certificação oficial não acarreta problemas à saúde.
Há dois anos, o tema é discutido nas reuniões da Câmara Setorial do Mel. Um grupo temático, criado para estudar a relação entre o consumo de mel por bebês e o desenvolvimento do botulismo, constatou que não há registros de casos de botulismo intestinal infantil no País.
O presidente da Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), José Cunha, que representa 350 mil apicultores do País, lembra que a qualidade do mel nacional é reconhecida, inclusive pela União Européia, um dos mercados mais exigentes do mundo. “Estamos atuando junto ao Ministério da Agricultura, promovendo ações que incentivam as boas práticas de produção o que, conseqüentemente, garante ao consumidor o mel certificado”, completou.
Fonte: MAPA
22 agosto, 2008 - 09:31h
As exportações brasileiras de mel sofreram retração no mês de julho na comparação com os resultados de junho deste ano. O valor das exportações no período alcançou US$ 3,729 milhões, redução de 12,98% em relação ao mês anterior. Mesmo assim, esse ainda é o quarto maior valor mensal já exportado pelo Brasil no ano de 2008.
As quantidades exportadas também sofreram queda - foram 1,46 mil toneladas, redução de 12,33% - assim como o valor médio pago pelo mel exportado, que chegou a US$ 2,56 por quilo, rompendo o ciclo de altas sucessivas observadas neste ano. No entanto, a comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho das exportações de mel é positivo. São constatados incrementos de 100,13% em valor e de 31,42% em peso.
Os dados constam de levantamento consolidado pelos consultores da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenadores nacionais da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende e Lázara de Fátima Borges. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O balanço dos primeiros sete meses do ano mostra que as exportações de 2008 ainda continuam favoráveis em relação ao mesmo período de 2007. De janeiro a julho, a receita das exportações alcançou US$ 22,02 bilhões, um crescimento de 74,54% na comparação com 2007. E, as quantidades comercializadas registram 9,63 toneladas, um aumento de 20,77%.
Origem
Em julho, São Paulo manteve a liderança do ranking dos Estados exportadores com receita de US$ 1,376 milhão. Na seqüência, vêm Santa Catarina com US$ 906 mil, Piauí (US$ 356,6 mil), Paraná (US$ 355,2 mil), Ceará (US$ 243,8 mil), Rio Grande do Sul (US$ 240,8 mil), Minas Gerais (US$ 151,4 mil) e Rio Grande do Norte (US$ 97,2 mil).
Os melhores preços foram recebidos pelo Ceará (US$ 3,03/Kg), Minas Gerais (US$ 2,68/Kg), Pernambuco (US$ 2,68/Kg) e Paraná (US$ 2,63/Kg). Os demais estados tiveram preço abaixo da média nacional (US$ 2,56/Kg).
Destino
Apesar da suspensão do embargo europeu, o principal destino das exportações brasileiras de mel continua sendo o mercado americano. Em julho, esse mercado importou US$ 2,81 milhões de mel do Brasil, representando mais de 75,3% do valor total comercializado com o mercado externo naquele mês.
Nos primeiros sete meses deste ano, as exportações para os Estados Unidos da América (EUA) totalizaram US$ 18,86 milhões, equivalentes a 8,31 mil toneladas de mel. O resultado representa aumento de 66,46% em valor e de 14,79% em peso, na comparação com o mesmo período de 2007. No mês passado, o país exportou 205,1 mil quilos de mel para a Alemanha a um preço de US$ 2,41/Kg, abaixo da média.
Fonte: SEBRAE
25 julho, 2008 - 14:22h
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23 julho, 2008 - 18:54h
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